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TRAPALHADAS DIPLOMÁTICAS DO GOVERNO LULA FAZEM BRASIL PERDER ESPAÇO NUCLEAR PARA O PARAGUAI, ALÉM DOS PREJUÍZOS DO TARIFAÇO

Lula não moveu uma palha para defender as empresas brasileiras. Ataca Trump, desafia e põe o país em perigo

Antes de provocar os Estados Unidos, historicamente amigo do Brasil e o nosso maior parceiro comercial, o Presidente Lula e todos do governo que o aplaudem quando ele repete as bravatas sem sentindo provocando gratuitamente o Presidente Donald Trump, deveriam buscar na MPB algumas músicas que poderiam servir de alerta para eles. Um exemplo?   “Eu só peço a Deus.” A autoria é de uma referência da música argentina: Mercedes Sosa, símbolo da esquerda internacional. Entre as pérolas que ela diz,   chama a atenção pelo menos duas estrofes que podem servir de exemplo para quem chama e quase pede  uma guerra contra os Estados Unidos e seus líderes:  “É um monstro grande,  pisa forte,  toda pobre inocência desta gente”  e uma outra, que tem bom cabimento para esta situação:  “Que a mentira não me seja indiferente. Se um traidor tem mais poder que um povo. Que este povo não esqueça facilmente.”

A política externa do governo Lula tem sido um desastre. Desde os seus dois primeiros governos e, agora, já roçando o ápice da incompetência, negando vistos para três americanos que programavam, vir para o Brasil. O primeiro, Darren Beattie, assessor do governo de Donald Trump. E agora o secretário-assistente Riley M. Barnes e Samuel Samson, secretário-assistente adjunto, de Marco Rubio, Secretário de Estado, que passariam dois dias no Brasil sentindo o clima em relação a liberdade de expressão. Ao mesmo tempo, de pirraça juvenil, Lula se recusou a dar a autorização para que novo embaixador dos Estados Unidos, Daniel Perez ( com o presidente Trump, a esquerda), assumisse o cargo. Em contrapartida, os Estados Unidos rebaixaram o visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Viotti. Problemas para todo lado por absoluta falta de preparo do presidente brasileiro.

Os líderes internacionais,  amigos mais expressivos de Lula, em sua maioria, foram ou ainda são ditadores sanguinários em seus países, como Fidel Castro, Raul Castro e

Terroristas do Hamas

Miguel Dias-Canel, em Cuba; Muamar Khadafi, na Líbia, Hugo Chavez e Nicolás Maduro, Na Venezuela;  Mahamud Armdinejad e Ali Khamenei, no Irã, Hector e Cristina Kirchner, na Argentina,  Evo Morales,  na Bolívia  e   Daniel Ortega na Nicarágua. Lula é defensor do Irã que treina,  financia e arma os grupos terroristas Hamas, Hezbollah e Houthis. É considerado Persona Non Grata por um outro país amigo de longa data: Israel. A diplomacia brasileira passou de bestial à besta em pouco tempo. É uma vergonha internacional.

Os resultados de todos esses tropeços diplomáticos se refletem em castigos e prejuízos para as empresas brasileiras, como as que estão sendo sofrendo agora as taxações de 35,5% por absoluta ineficiência diplomática comandada por Lula. Ele acredita que sendo inimigo dos Estrados Unidos, significa ser amigo da China. A mesma China que está taxando o Brasil em 55% por passar do limite das exportações de carne. A China só é parceira dos produtos brasileiros em comodities, diferente dos Estados Unidos. A nossa indústria perde pelo rompimento com os Estados Unidos e Lula acha que usando o discurso da soberania, vai reunir indignação popular a seu favor nas eleições de outubro. Ontem à noite ele disse que vai procura Trump, que parece não irá ceder aos argumentos de quem o ataca permanentemente e o acusa de querer interferir na eleição braileira.

PARCERIA PARAGUAI – AMÉRICA

Veja agora um exemplo da consequência dessas ações.  Um Acordo 123 é o instrumento previsto na legislação dos EUA que estabelece as bases jurídicas para uma

Paraguai e Estados Unidos firmam acordo nuclear

cooperação nuclear civil ampla com outro país, incluindo futuras transferências de tecnologia, equipamentos, combustível e materiais nucleares, sempre sob requisitos de não proliferação e salvaguardas. E é isso que está acontecendo agora entre os EUA e o Paraguai.  O documento divulgado parece ser, por enquanto, um Memorando de Entendimento sobre Cooperação Nuclear Civil Estratégica, e não ainda um Acordo 123 completo. A diferença é importante. O memorando pode preparar capacitação, regulação, segurança, planejamento e desenvolvimento institucional. Já o Acordo 123 exige um processo jurídico formal nos EUA, inclusive análise pelo Congresso.

Ainda assim, o movimento é relevante. O Paraguai vem estudando a incorporação da energia nuclear, inclusive de SMRs, à sua matriz elétrica. A trajetória é clara: cooperação estratégica → estrutura institucional → Acordo 123 → contratos e autorizações → projetos nucleares. Para o Brasil, é um movimento que merece atenção. A diplomacia nuclear norte-americana está avançando na América do Sul e pode alterar o ambiente tecnológico, industrial e geopolítico da região. Como

Se o Brasil não abrir o olho vai ficar com a medalha de bronze no campo nuclear. Argentina e Paraguai ficarão com ouro e a prata

referência regional, o Brasil já possui um Acordo 123 com os Estados Unidos: o atual foi assinado em 14 de outubro de 1997, entrou em vigor em 15 de setembro de 1999 e tem término previsto para 15 de setembro de 2029, admitindo extensão por acordo das partes.

Um Acordo 123 é o instrumento jurídico exigido pela Seção 123 do Atomic Energy Act desde 1954, para que  Estados Unidos possam realizar cooperação nuclear civil significativa com outro país,   especialmente exportar reatores, componentes nucleares relevantes, combustível e determinados materiais nucleares. Ele não constitui, por si só, um contrato para construir uma usina; funciona como a infraestrutura jurídico-institucional que torna possíveis contratos, licenças de exportação e transferências posteriores. E o Brasil de Lula conseguiu ficar atrás do Paraguai.

Outra consequência grave: A Gerdau, multinacional brasileira do setor de aço, confirmou a demissão de parte expressiva dos funcionários de sua unidade no bairro de Curado, no Recife (PE). Segundo nota divulgada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco (Sindmetal-PE), 160 trabalhadores foram desligados. A unidade de Curado passa por uma readequação das atividades. Os setores de aciaria e laminação deixaram de operar. Parte do efetivo da fábrica foi convidada a migrar para outras unidades da empresa, segundo o sindicato. A fábrica da Gerdau no bairro de Curado “passará a focar na fabricação de produtos trefilados, como telas, arames e pregos”, segundo a empresa. A decisão da Gerdau se dá porque as importações aços chineses passaram de 9 para 26% do mercado. Nos Estados Unidos, a Gerdau segue produzindo forte em sua siderúrgica vendendo para o mercado americano, sem taxas.

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