O SUCESSO INICIAL DA PRIMEIRA DESCOBERTA DE PETRÓLEO DA MARGEM EQUATORIAL TEM AS DIGITAIS DA PERSEVERANÇA DE TRÊS MULHERES DA PETROBRÁS

O sucesso da Petrobrás na Margem Equatorial deve muito ao traalho das “Mulheres |Super Poderosas” da companhia
Descobriu-se o que já se sabia nos corredores da Petrobrás: há petróleo e muito petróleo na Margem Equatorial brasileira, uma área gigantesca que vai da costa do Amapá até o Rio Grande do Norte. Mas esta informação não se sabia apenas nos corredores da Petrobrás. Sabia-se também nos porões das Organizações Internacionas Não Governamentais que, com ajuda de funcionários do Ibama, fizeram de tudo para que o Brasil não pudesse explorar a região. Louva-se aí a persistência e a coragem da atual presidente da companhia, Magda Chambriard, que teve o desprendimento de enfrentar um lobby fortíssimo internacional, com o apoio da ex-ministra Marina Silva, que é candidata ao senado por São Paulo, embora seja acreana. Estas organizações internacionais, lideradas pelo GreenPeace, com apoio de técnicos do Ibama, fizeram de tudo para promover o boicote. Forjaram até uma barreira de corais na Foz do Amazonas, com fotos inventadas, desmentidas por um professor pesquisador da Universidade do Pará, Luís Ercílio Faria Junior, que merece um reconhecimento da própria Petrobrás.
Todo este percalço foi acompanhado aqui pelo Petronotícias que, muito provavelmente, tenha sido um dos pouquíssimos órgãos a apoiar a presidente da Petrobrás nessa
luta em que teve que enfrentar até a falta de empenho do próprio presidente Lula, que se camuflou, não defendeu a riqueza brasileira submersa ao passar a mão na cabeça de uma ministra que mais se interessava em agradar governos internacionais e defender a falsa imagem de Rainha da Floresta Brasileira. Magda não lutou sozinha. Teve ao seu lado uma equipe competente formada pelas “Mulheres Super Poderosas”, Sylvia dos Anjos e Renata Baruzzi que lhes garantiram apoio integral. As digitais de cada uma delas estão impregnadas da perseverança que as fizeram alcançarem o primeiro sucesso.
Depois do anúncio de ontem, agora é a hora dos tapinhas nas costas. A Margem Equatorial, é verdade que não se sabe exatamente os números de suas reservas, mas a tendência é que seja maior do que o pré-sal das bacias de Campos e São Paulo. É uma oportunidade de se levar o Brasil a um novo patamar no setor energético. A descoberta vai mudar a geopolítica nacional, com a região se transformando realmente uma nova província petrolífera do País. Isto significa não apenas pela identificação da presença de petróleo, mas a possibilidade de exploração e produção em uma nova fronteira no extremo norte e nordeste do País. Segundo a companhia, por ser uma profundidade expressiva (2.886 metros) e em uma região pouco conhecida, o trabalho foi realizado com cautela para que o resultado fosse alcançado. As operações de perfuração permanecem em curso, visando à continuidade da avaliação exploratória.
O poço pioneiro Morpho, no bloco FZA-M-59, que será explorado, fica a 175 km da costa do Amapá, Estado vizinho à Guiana e ao Suriname, países que encontraram
reservatórios gigantes na Margem Equatorial. Uma luta que se iniciou em 2014, quando foi feito o primeiro pedido de exploração pela britânica bp e a francesa TotalEnergies Pelas dificuldades de licenciamento, as empresas abandonaram o projeto em 2021, passando para a Petrobrás. A previsão da estatal é de que a perfuração, iniciada imediatamente após a concessão da licença, dure cerca de cinco meses. A produção poderá ser iniciada em seis anos, quando está previsto o declínio dos poços do pré-sal – que hoje sustentam a produção da Petrobrás, após o declínio da bacia de Campos. “Esperamos obter excelentes resultados nessa pesquisa e comprovar a existência de petróleo na porção brasileira dessa nova fronteira energética mundial”, disse Magda Chambriard, que definitivamente entrou para a história da Petrobrás e para a história do Brasil. Magda lembrou ainda que nem sempre a descoberta ocorre no primeiro poço, por isso mais três perfurações estão programadas.
Mas nada é muito fácil no Brasil, como se pode ver neste caso em que os beneficiados são os próprios brasileiros. Até agora, o Ibama concedeu a licença apenas para a pesquisa exploratória que está sendo realizada, não para a exploração comercial dos poços. Um dos objetivos da pesquisa é justamente obter informações para determinar estratégias adequadas para a perfuração e preparar planos de contingência adequados. O processo para a concessão da licença de pesquisa exploratória foi repleto de idas e vindas, com o Ibama inicialmente negando, por considerar que o plano de contingência não estava adequado.
Em junho de 2026, o então presidente interino do Ibama, Ricardo Agostinho, afirmou que o processo para a licença de exploração comercial seguiria o ritmo normal de avaliações técnicas, sem ser acelerado por desejos políticos. E continua o boicote… As ONGs querem impor um temor de que a exploração podem se transformar vazamentos de óleo das bacias próximas à maior floresta tropical do mundo, incluindo uma barreira de corais que nunca existiu, falsificada com imagens que nunca existiram por ambientalistas do GreenPeace na foz do rio Amazonas, informação desmentida pelo professor Faria e pesquisador paraense Luís Ercílio Faria Junior. E ainda se arvoram em querer fazer a política governamental brasileira, limitando o uso de combustíveis fósseis no país. Esta será um segundo round da luta que a Petrobrás terá que lutar a favor dos interesses do país e contra o interesse de grupos internacionais.

publicada em 15 de agosto de 2026 às 13:10 





