LULA CONVOCOU SEUS CONSELHEIROS ECONÔMICOS PARA DESFAZER O QUE FOI DITO NA CAMPANHA E VESTIR AS PROMESSAS COM OUTRAS ROUPAS
E agora, José ? a festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou..E agora José? José para sempre. Carlos Drumond de Andrade nem desconfiava que ao dar esta letra para Paulo Diniz musicar, ela poderia ser lembrada agora, décadas depois, para tentar explicar as promessas eleitoreiras do presidente Lula que mais uma vez enganou o povo pobre para se reeleger. E são promessas que vieras com a picanha passada na farinha que nunca desceu na goela do eleitor maduro, mas que enganou direitinho quem queria ser enganado. As mesmas mentiras do cancelamento das dívidas de quem tem MEI ou a bonificação de R$ 5 mil reais que mudou de janeiro para o fim do quarto mandato,
quando Lula não pagará, porque jamais estará no poder. Isso sem falar no “quase milagreiro” deputado Janones, que diz ter conseguido 11 milhões de votos para Lula no segundo turno, em apenas 15 dias, mas que conseguiu pouco mais de 78 mil vots para ele mesmo em toda campanha eleitoral quando se reelegeu em Minas Gerais.
O Palácio da Alvorada em Brasília teve uma manhã (5) movimentada com a reunião comandada por Lula com um grupo de conselheiros de sua confiança para discutir os rumos da economia no quarto mandato. A ideia é encontrar caminhos que preservem os benefícios sociais, mudem a trajetória da dívida pública e atraiam investidores estrangeiros interessados em soluções ambientais e geológicas e desfaça as narrativas impossíveis de serem cumpridas por suas promessas. Só que este José, embora não seja para sempre, mas para os próximos quatro anos, tendo o Senado e a Câmara dos Deputados contrários as suas ideias esquerdistas. As mesmas forças que Trump irá enfrentar nos Estados Unidos, mas que Lula insiste em fazer troças para destacar uma derrota republicana e uma vitória democrata. A mesma força que lhe rendeu uma força no governo passado.
Foram chamados o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad; o atual titular da pasta, Dario Durigan; o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que não pôde comparecer devido a outro compromisso; e o vice-presidente Geraldo Alckmin. O ex-ministro Guido Mantega, que era pago por Vorcaro, também quer ser ouvido, entre outros conselheiros. Durigan, está preocupado com o crescimento das despesas e defende ajustes consistentes. Ele aposta na entrada de capital externo interessado nos recursos naturais do país. Galípolo defende um Banco Central independente e autônomo, a continuidade da meta de inflação e a posição do mercado financeiro tradicional, que cobra disciplina fiscal e sinais concretos de controle dos gastos como condição para a queda dos juros. Ontem ele deu a sua “posição” mantendo juros altos, o que contraria Lula, que o quer sob cabresto.
Haddad, o Sr. Gastador sem controle e submisso, defende a junção dos benefícios sociais em novo desenho. Ainda como ministro, em fevereiro, ele propôs nova arquitetura para os gastos
assistenciais, com a unificação de programas, nos moldes do que foi feito em 2003, quando iniciativas dispersas foram reunidas no Bolsa Família. Alckmin. Bem, Alckmin. Ele defenderá o que Lula defender. E Mantega, pela boca torta do cachimbo, tem a tendência de defender o que Vorcaro defendia. Bem, quando ele era pago para isso, até ser descoberto, defendia o banqueiro corrupto dentro governo. E, pelo que se sabe, era ouvido. Lula, se estiver com a voz boa, fará um pronunciamento, para tentar mostrar que todas as suas promessas eleitoreiras não eram, assim, bem verdadeiras. Mas como Lula para sempre, mais uma ou outra mentira, não vai mudar nada em sua imagem descreditada por grande parte da sociedade brasileira. E acreditrada por quem vê, sabe, tem a confirmação interna e externa, mas opta por aprovar assim mesmo.
Mas o tal mercado este senhor frio, tem a sua própria opinião e a de hoje (5) até agora, traz este panorama: O Ibovespa virou para queda no início da tarde desta quinta-feira, pressionado pela forte piora das bolsas de Nova York, especialmente no setor de tecnologia. Por volta das 12h30, o principal índice da B3 recuava 0,50%, aos 166.726,11 pontos, após iniciar o pregão em alta e dar continuidade à recuperação da véspera, quando havia interrompido uma sequência de seis sessões consecutivas de perdas. O movimento acompanha a deterioração do humor em Wall Street. Por volta das 12h, o Dow Jones passou a cair 1,12%, enquanto o S&P 500 recuava 2,13% e o Nasdaq despencava 3,77%. A pressão vem principalmente das ações de tecnologia e semicondutores, em meio a preocupações regulatórias envolvendo inteligência artificial (IA) e centros de dados após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato (midterms) nos Estados Unidos.

publicada em 5 de novembro de 2026 às 13:00 





