A MARINHA DO BRASIL VAI RECEBER A TERCEIRA FRAGATA DA CLASSE TAMANDARÉ PARA REFORÇAR A PATRULHA NA AMAZÔNIA AZUL
A Marinha do Brasil vai realizar amanhã (26) de manhã a cerimônia de Lançamento e Batismo da Fragata “Cunha Moreira” (F202), o terceiro navio da Classe Tamandaré, no TKMS Estaleiro Brasil Sul, em Itajaí (SC). Totalmente construída no Brasil, com mão de obra local e transferência de tecnologia alemã, a F202 integra o Programa Fragatas Classe Tamandaré (PFCT), um dos mais importantes programas de desenvolvimento tecnológico e fortalecimento da Base Industrial de Defesa do país. O projeto promove a absorção de conhecimento estratégico, a qualificação profissional e o fortalecimento da indústria naval brasileira, com impactos positivos sobre inovação, geração de empregos e competitividade da economia nacional. O Presidente Lula estará presente na cerimônia.
A Fragata “Cunha Moreira” terá papel importante na proteção da Amazônia Azul, ao lado dos outros dois navios da classe: a Fragata “Tamandaré” (F200), que já está
incorporada à Marinha do Brasil; e a Fragata “Jerônimo de Albuquerque” (F201), que iniciará os testes de aceitação no mar em breve. As fragatas são essenciais para o monitoramento e controle do espaço marítimo, para a defesa das ilhas oceânicas, para a proteção de estruturas críticas e para a salvaguarda das comunicações marítimas de interesse nacional. A Fragata representa um marco para a modernização da Esquadra e é a terceira fragata desse projeto nacional de construção naval. Ela foi integralmente construída no Brasil, no TKMS Estaleiro Brasil Sul, em Itajaí (SC), com utilização de mão de
obra local e por meio de um processo de transferência de tecnologia, que contribui para o fortalecimento da Indústria Naval Nacional. No contexto das operações, a Fragata está preparada para conduzir missões de guerra antiaérea, antissubmarino e de superfície de forma simultânea.
O navio possui sensores com alta capacidade de detecção e acompanhamento de contatos, destaca-se o radar de busca volumétrica – principal sensor do navio para contatos acima d’água, como embarcações a longas distâncias, aeronaves e drones. Outra gama de sensores do qual o navio é dotado são os de monitoramento de guerra eletrônica. Com eles, a F200 consegue monitorar emissões eletromagnéticas e de radiofrequência. Isso permite uma consciência situacional mais aprimorada e uma detecção maior na antecipação desses contatos.

publicada em 25 de junho de 2026 às 14:00 




