A NEOENERGIA COMEMORA OS RESULTADOS OBTIDOS PELA COMPANHIA NO TERCEIRO TRIMESTRE CHEGANDO A UM LUCRO LÍQUIDO DE R$ 1,2 BILHÃO
A Neoenergia tem muitos motivos para sorrir de orelha a orelha. A empresa divulgou os resultados financeiros e operacionais do terceiro trimestre de 2026 (3T26), que é a razão para tanta alegria. No período, a companhia registrou lucro líquido de R$ 1,2 bilhão, o que representa um crescimento de 27% em relação ao terceiro trimestre de 2025. Os resultados mostram que o EBITDA registrou crescimento de 6% no trimestre, com R$ 3,6 bilhões. Já o EBITDA Caixa chegou a R$ 3,2 bilhões, um incremento de 12% em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho foi impulsionado pela expansão do mercado de distribuição e pela contribuição de novos ativos de transmissão. Entre janeiro e setembro de 2026, a Neoenergia registrou CAPEX de R$ 6,2 bilhões, sendo R$ 5,7 bilhões alocados no segmento de distribuição, levando a uma Base de Remuneração Regulatória (BRR) de R$ 48,2 bilhões. Os investimentos em infraestrutura fazem parte do compromisso assumido pela empresa ao renovar três concessões de distribuição, em maio de 2026: Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Cosern (RN) e Neoenergia Elektro (SP e MS). Na época, a companhia anunciou investimentos de R$ 50 bilhões nas áreas de concessão de suas cinco distribuidoras entre 2026 e 2030. A Neoenergia Pernambuco teve sua concessão renovada em 2025 e a Neoenergia Brasília, adquirida em 2021, não passou pelo processo de renovação.
Eduardo Capelastegui, CEO da Neoenergia, disse que “Temos o compromisso de proporcionar aos nossos clientes um serviço de qualidade, que priorize as necessidades atuais de consumo no setor elétrico. Por
isso, seguiremos fazendo investimentos robustos que preparem a Neoenergia para os desafios da expansão das redes e a eletrificação da economia. Ao mesmo tempo, estamos atentos aos nossos indicadores, com foco em manter uma operação com cada vez mais qualidade, segurança e resiliência para nossos clientes.” As despesas operacionais seguem controladas, com alta de 5% no acumulado do ano em comparação com o mesmo período de 2025, em linha com a inflação, confirmando a disciplina de custos, que permite absorver as pressões da maior base de clientes.
Em setembro de 2026, a Neoenergia concluiu a negociação de ativos de transmissão com o GIC, fundo soberano de Cingapura. A operação permitiu a entrada de R$ 1,7 bilhão em caixa. Com esse acordo, a companhia passou a deter 51% do capital da Neoenergia Transmissão.A energia injetada total, incluindo geração distribuída, registrou alta de 6,9% no 3T26, em comparação com 3T25, com total de 22.857 GWh.Em relação à qualidade, as cinco distribuidoras estão enquadradas nos limites regulatórios de DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Consumidor) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Consumidor). No terceiro trimestre de 2026, três das cinco distribuidoras (Neoenergia Pernambuco, Neoenergia Elektro e Neoenergia Brasília) melhoraram a performance no DEC em relação ao mesmo período do ano anterior. E quatro, das cinco empresas do grupo, (Neoenergia Pernambuco, Neoenergia Cosern, Neoenergia Elektro e Neoenergia Brasília), apresentaram melhores índices de performance no FEC na mesma comparação.

publicada em 21 de outubro de 2026 às 13:00 




