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ARGENTINA DÁ MAIS UM PASSO À FRENTE DO BRASIL NO SETOR NUCLEAR DEPOIS DE ACORDO COM A CANDU ENERGIA, DO CANADÁ

Cada vez mais a Argentina dá mais um passo à frente do Brasil no setor nuclear. A Nucleoelectrica da Argentina e a Candu Energy  do Canadá, parte da AtkinsRealis, assinaram um memorando de entendimento para colaborar globalmente no “fornecimento de serviços de engenharia, assistência técnica e manutenção para usinas nucleares do tipo Candu”. O objetivo é consolidar a colaboração já existente entre as duas empresas, “acordando em apoiar conjuntamente projetos de extensão da vida útil, paradas programadas de unidades e futuros desenvolvimentos nucleares no Canadá e internacionalmente, permitindo ao mesmo tempo que a Candu Energy contribua para as oportunidades dentro do programa nuclear argentino”. Existem 17 unidades nucleares CANDU operacionais no Canadá, sendo que a Argentina possui uma unidade com tecnologia de propriedade do governo canadense em Embalse, que foi conectada à rede elétrica em 1983 e passou por um programa de modernização para extensão de sua vida útil, concluído em 2019. Atualmente, existem 31 reatores CANDU em operação em todo o mundo, incluindo na Coreia do Sul, Romênia e China.

Demian Reidel, presidente da Nucleoelectrica, afirmou que “O mundo está vivenciando um renascimento nuclear, e a Argentina está pronta para desempenhar um papel de liderança neste novo capítulo. A assinatura deste acordo com a Candu Energy reflete nossa capacidade de transformar décadas de experiência acumulada e excelência técnica em valor concreto. Não se trata apenas de vender serviços, mas de projetar a expertise nuclear argentina no cenário internacional.”

As unidades CANDU são reatores de água pesada pressurizada projetados para operar por 30 anos, com mais 30 anos disponíveis mediante reforma. Isso inclui a substituição de componentes-chave do reator, como geradores de vapor, tubos de pressão, tubos da calandra e tubos de alimentação. Envolve a remoção de todo o combustível e água pesada do reator e seu isolamento do restante da usina antes de sua desmontagem. Milhares de componentes, incluindo aqueles inacessíveis durante a montagem do reator, são inspecionados, e todos os 480 canais de combustível e 960 tubos de alimentação são substituídos durante a reconstrução de alta precisão.

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Infante
Infante
4 meses atrás

No país de paulifreire será que o Brasil deu “alguns” passos atrás? Com a palavra a “plataforma da água e camponeses da água e energia” (sic)

Joabe
Joabe
4 meses atrás
Responder para  Infante

A leitura crítica, tão cara a Paulo Freire, não foi feita por você , nem por quem escreveu este artigo, pois se o fizesse não falariam tamanha groselha! Um contrato de manutenção, com empresa estreigeira, vai deixar a Argentina a frente do Brasil no setor nuclear é para contar como anedota a quem não tem nada a mostrar.

Aaaaa
Aaaaa
4 meses atrás

Matéria vergonhosa. Passo a frente por um contrato de manutenção ??? Piada!!

Leandro C. Almeida
Leandro C. Almeida
4 meses atrás

Coitados ! Tenho pena fos Argentinos. Psicopata no governo.

Fabiano
Fabiano
4 meses atrás

Onde tiraram um bêbado para ser presidente de um país, vai esperar o quê? É só pobreza, miséria, e corrupção, impossível dar certo.

Smith
Smith
4 meses atrás
Responder para  Fabiano

Vai dar certo sim, é só não ter miliciano na presidência