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AS FORÇAS MILITARES AMERICANAS APREENDERAM O SÉTIMO PETROLEIRO SANCIONADO LIGADO A VENEZUELA

As Forças militares dos Estados Unidos apreenderam o sétimo navio petroleiro ligado à Venezuela. A informação é  do Comando Sul da Marinha americana. A apreensão acontece enquanto o governo do presidente Donald Trump intensifica os esforços para conter as exportações de petróleo de Caracas para Cuba, principalmente.  O petroleiro é o  MV Sagitta, que foi apreendido sem incidentes, disse o comando. Os militares abordaram e assumiram o controle do petroleiro como parte dos esforços mais amplos do governo Trump para controlar o petróleo do país sul-americano. O Comando Sul dos EUA afirmou em uma publicação nas redes sociais que as forças americanas apreenderam o Sagitta “sem incidentes” e que o petroleiro estava operando em desafio à “quarentena estabelecida pelo presidente Trump  para embarcações sancionadas no Caribe”.  O comando militar não informou se a Guarda Costeira dos EUA assumiu o controle do petroleiro, como ocorreu em apreensões anteriores.

O Sagitta é um navio-tanque com bandeira da Libéria e seu registro indica que é propriedade de uma empresa de Hong Kong e gerenciado por ela. A última vez que o navio transmitiu sua localização foi há mais de dois meses, quando saía do Mar Báltico, no norte da Europa. O petroleiro foi alvo de sanções do Departamento do Tesouro dos EUA, em virtude de uma ordem executiva relacionada à invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022. A publicação do Comando Sul dos EUA indicava que o navio havia transportado petróleo da Venezuela. E afirmou que a captura do petroleiro “demonstra nossa determinação em garantir que o único petróleo que sair da Venezuela seja aquele que for coordenado de forma adequada e legal”.

O comando militar divulgou o que parecia ser uma filmagem aérea do Sagitta navegando no oceano, mas, diferentemente de vídeos anteriores, a gravação não mostrava forças americanas sobrevoando o navio em helicópteros ou pousando em seu convés. Desde a deposição do ditador venezuelano Nicolás Maduro pelos EUA em uma operação surpresa na noite de 3 de janeiro, o governo Trump tem se empenhado em controlar a produção, o refino e a distribuição global dos produtos petrolíferos da Venezuela. Autoridades do governo do republicano deixaram claro que veem a apreensão dos petroleiros como uma forma de gerar receita para reconstruir a indústria petrolífera venezuelana, devastada pela crise, e restaurar sua economia.

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