BRASIL NÃO VAI PARTICIPAR DO ESFORÇO DA OPEP EM CORTAR PRODUÇÃO DE PETRÓLEO PARA O PREÇO DO BARRIL SUBIR
O Brasil não vai colaborar com o esforço do governo da Arábia Saudita para participar do empenho da Opep em cortar a produção e reduzir o excesso de oferta global de petróleo, apesar da subida significativa do petróleo desde desta segunda-feira(6), depois da prisão de muita gente da elite saudita, acusada de corrupção. A instabilidade das relações com o Irã também contribuíram para o deixar o mercado nervoso e subir o preço dos barril. O secretário de petróleo e gás do ministério de Minas e Energia, Márcio Félix, disse que o País tem sido procurado periodicamente para tratar deste tema e que, falou com um assessor do ministro de energia da Arábia Saudita, Khalid Al-Falih. O Secretário Félix destacou que a legislação e o posicionamento de mercado do Brasil impedem uma participação do País na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Além disso, destacou que o País está em busca de aumentar a produção para atrair mais investimentos. O contato da Arábia Saudita foi dias depois do leilão do pré-sal. No fim do ano passado, Félix chegou a participar de um encontro de membros e não membros da Opep, mas se posicionou contra o corte de produção fechado na época, o primeiro acerto do gênero desde 2008. Em um acordo atual, a Opep, liderada pela Arábia Saudita, concordou em restringir a produção em 1,8 milhão de barris por dia (bpd), juntamente com outros países, incluindo a Rússia, até março de 2018.Uma reunião da Opep está marcada para o fim deste mês e há grande expectativa para uma extensão do acordo.

publicada em 7 de novembro de 2017 às 19:23 





Dependendo de quais os verdadeiros objetivos do governo do nosso Brasil varonil, as posições assumidas pelo secretário em nome do governo geram grandes controvérsias argumentativas e práticas. Pensando apenas e principalmente num projeto Brasil, um benéfico para a maioria da população, sem cores partidárias ou viés ideológicos, como deveriam ser, aliás, todas as decisões, dois cenários principais parecem mais óbvios. No primeiro, se a proposta real do atual governo for acabar com a Petrobras e a sua possibilidade de deter grandes volumes das ainda incomensuráveis e grandes reservas ou recursos contingentes de petróleo existentes (?) no pré-sal, nada mais conveniente… Leia mais »