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COMEÇOU A LICITAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE NOVO FPSO PARA O CAMPO DE ALBACORA, NA BACIA DE CAMPOS

Project_Image_AlbacoraA Bacia de Campos está um pouco mais perto de ganhar uma nova plataforma de produção. A Petrobrás começou nesta segunda-feira (12) o período de recebimento de propostas da licitação que irá contratar um novo FPSO para o campo de Albacora. A unidade será afretada por 27 anos e terá capacidade para produzir 120 mil barris por dia e processar 6 milhões de metros cúbicos por dia de gás.

Como noticiamos, a ideia da Petrobrás é substituir as duas unidades atualmente em operação em Albacora (P-25 e P-31 – na foto acima) pela nova plataforma, que irá operar em lâmina d’água de 670 metros. De acordo com o edital, a nova planta será interligada a 29 poços, sendo 18 produtores e outros 11 para injeção de água. A previsão inicial é que a abertura das propostas das licitantes aconteça no dia 13 de fevereiro.

O campo de Albacora estava na carteira de desinvestimentos da Petrobrás. A estatal chegou a entrar em negociações com a PetroRio para vender o ativo, mas as empresas não chegaram a um acordo sobre o valor final da transação. Assim, a Petrobrás decidiu manter Albacora em seu portfólio e iniciar um projeto de revitalização do campo, com a contratação de uma nova plataforma, para o desenvolvimento da produção do reservatório de Forno.

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carlos FIlipe RIzzo
carlos FIlipe RIzzo
3 anos atrás

Muito boa iniciativa de revitalização, mas acho que o edital é uma cusparada na industria de construção;cao Offshore. Esse BID saiu com ZERO DE CONTEÚDO LOCAL. A PETROBRAS deveria investir em um feed dessas unidades. Serão licitadas mais 2 unidades de120.000bpd para Sergipe. Se houvesse esse investimento, poderia dividir o empreendimento e garantir conteúdo local. Nao vale o argumento que é um bloco da rodada zero que não tem Conteúdo obrigatório. A PETROBRAS deveria ter compromisso com o pais. A 20 dias de uma eleiçao presidencial, licitar uma unidade de 2 bilhões de dólares para ser feita 100% no exterior… Leia mais »

João Luiz Paiva
João Luiz Paiva
3 anos atrás

Só será feita no exterior se as indústrias locais não forem competitiva em nenhuma fase da construção, o que é um atestado de incompetência absurdo. Ao invés de ansiar por protecionismo a indústria de construção brasileira deveria estar preocupada em especializar-se em algo que pode ser competitiva como por exemplo módulos e integração já que para conversão e construção de cascos dificilmente baterá a China.

carlos FIlipe RIzzo
carlos FIlipe RIzzo
3 anos atrás
Responder para  João Luiz Paiva

Revela profundo desconhecimento do assunto. Esse liberalismo de orelhada não analisa o caso antes de opinar.

Como a modalidade é afretamento, o primeiro fator de desvantagem é que o BNDES nao finacia as afretadoras e hj nao existe mais taxas de juros baixas para financiamento a exportação por profundo descaso do BNDES.

O capital Japonês financia, os banco de desenvolvimento chines financia e a juros baixos.

No Afretamento 60% da diária final são juros. Então a primeira desvantagem é a politica do BNDES. O segundo é o descaso total da Petrobras. Ou a opção consciente de prejudicar as empresas brasileiras

carlos FIlipe RIzzo
carlos FIlipe RIzzo
3 anos atrás
Responder para  João Luiz Paiva

Para concluir. A modalide de financiamento Chinês baseada nas garantias da Sinosure, EXIGEM que a unidade saia acabada da China. Então esquece integração.

Segundo o índice de conteúdo Chines tem q ser atendido antes de qualquer outra coisa, mesmo preço.

Se o financiamento for muito mais competitivo na China não adianta ser eficiente no Brasil. Perdemos antes da largada. Exigência do financiamento internacional.