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DEPOIS DA AMPLIAÇÃO DA PARCERIA COM A GIC, NEOENERGIA CELEBRA LUCRO LÍQUIDO DE R$ 1,2 BILHÃO DO PRIMEIRO TRIMESTRE

Logo depois de anunciar a expansão de sua parceria estratégica com a GIC, por meio de um acordo com o Unique Power FIP, envolvendo uma participação de 49% em sete ativos de transmissão, a Neoenergia divulgou um lucro de R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre deste ano. No caso da parceria, o valor acordado é de R$ 2,4 bilhões, na data-base de 30 de setembro de 2025, sujeito aos ajustes usuais até a conclusão da transação. Os ativos contemplados são: Neoenergia Guanabara; Neoenergia Vale do Itajaí; Potiguar Sul; Neoenergia Morro do Chapéu; Neoenergia Estreito; Neoenergia Alto Paranaíba; e Neoenergia Paraíso. Eduardo Capelastegui, CEO da companhia, disse que a operação reforça a estratégia de parcerias de longo prazo da companhia em transmissão, com foco na otimização do portfólio com geração de valor, seguindo a disciplina de capital e simplificação da estrutura. “A evolução da parceria iniciada em 2023,  que chega agora à sua terceira transação com a GIC em transmissão,  demonstra a força dessa relação e a consistência da nossa estratégia. Estamos construindo uma plataforma de transmissão robusta, eficiente e de longo prazo, combinando disciplina financeira, parcerias estratégicas e foco permanente na criação de valor.”

Em relação aos resultados financeiros e operacionais do primeiro trimestre de 2026 (1T26). O período registrou lucro líquido de R$ 1,2 bilhão, crescimento de 28% em relação aos três primeiros meses de 2025. Eles revelam que o EBITDA Caixa atingiu R$ 3 bilhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 8% em relação ao mesmo período de 2025. O desempenho positivo reflete a eficiência operacional das distribuidoras, impulsionadas pelos reajustes tarifários da Parcela B, além da entrada em operação de novos ativos de transmissão. As despesas operacionais apresentaram alta de 7% no 1T26, na comparação com o mesmo período do ano anterior. A Neoenergia registrou um Capex de R$ 1,8 bilhão no 1T26. Desse montante, R$ 1,7 bilhão foi alocado no segmento de distribuição, o que contribuiu para uma Base de Remuneração Regulatória (BRR) de R$ 45,6 bilhões. Dessa forma, a companhia mantém o foco em ações destinadas à expansão e ao reforço das redes de distribuição, garantindo a qualidade do serviço prestado aos consumidores. Como consequência desses investimentos, em março, a Neoenergia foi reconhecida pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB) como a empresa de energia elétrica que mais investiu em infraestrutura no Brasil pelo segundo ano consecutivo.

“Os resultados positivos do primeiro trimestre de 2026 demonstram o compromisso da Neoenergia com os clientes e acionistas, ao mesmo tempo em que comprovam a eficácia da estratégia de alocação de capital e disciplina operacional. O início do ano é marcado, ainda, pelo reconhecimento do trabalho realizado pelo negócio distribuição com a convocação para a renovação das concessões das distribuidoras Neoenergia Coelba, Neoenergia Cosern e Neoenergia Elektro por mais 30 anos, disse Capelastegui. O primeiro trimestre de 2026 também trouxe a convocação para a renovação das concessões de três distribuidoras do grupo por mais 30 anos: Neoenergia Coelba, Neoenergia Cosern e Neoenergia Elektro. Em 2025, a Neoenergia Pernambuco assinou novo contrato de concessão, junto ao Ministério de Minas e Energia (MME), até 2060. A concessionária foi a primeira distribuidora do país a obter, de forma antecipada, a prorrogação.

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