EMPRESAS QUE EXPORTAM PARA OS ESTADOS UNIDOS VÃO PAGAR O PREÇO DA APATIA, INOPERÂNCIA E MENTIRAS DO GOVERNO BRASILEIRO
O Secretário de Estado americano, Marco Rubio, desmentiu hoje que o governo brasileiro tivesse tentado negociar as tarifas de 25% que foram impostas ao Brasil, prejudicando a nossa economia e muitas empresas que exportam para os Estados Unidos, a partir do dia 22 de julho, a próxima quarta-feira. Ele disse que “ Lula colocou o próprio Ego a frente do acordo.” O presidente brasileiro parece uma pessoa obcecada por mais uma reeleição. Perdido, mentindo sem controle, mal educado, dando maus exemplos, ofendendo sem limites o presidente Trump, que representa o maior parceiro comercial da história do Brasil. Um homem descontrolado. As consequências desta irresponsabilidade chegaram, mas não vai pesar no bolso dele, mas de centenas de empresas que exportam para o mercado americano e que agora terão que competir com empresas de outros países que terão condições fiscais ainda mais vantajosas, e nos profissionais desempregados por estas empresas. Competir com 25% de taxas, é como se um piloto da Mclaren descesse do carro, entrasse num fusca para competir com a Ferrari de Lewis Hamilton.
A decisão americana de sobretaxar os produtos brasileiros no âmbito da investigação da Seção 301 sobre práticas comerciais do País, indica um resultado “muito
negativo” para a relação bilateral, na avaliação da Câmara Americana de Comércio para o Brasil. O Brasil estará entre os países com condições mais restritivas no mundo para acessar o mercado americano, com tendência a afetar duramente mais de US$ 11 bilhões em exportações industriais e do agronegócio. Esse tratamento contrasta com o crescente superávit comercial dos EUA com o Brasil – de US$ 41,8 bilhões em bens e serviços em 2025 – e com o baixo patamar das tarifas efetivamente aplicadas pelo Brasil aos produtos americanos. A expectativa também é de aprofundamento da queda do comércio bilateral, que já registra recuo de 13% no ano e levou a participação dos EUA no comércio exterior brasileiro ao menor nível histórico. Há a possibilidade de mais tarifas, diante da investigação sobre trabalho forçado, que poderão elevar as sobretaxas para até 37,5%. Até agora, o que se sabe, é que a carne bovina, café, laranja, partes para fabricação de aviões, petróleo e celulose, ficaram de fora da lista.
GOVERNO
O presidente Lula, como sempre, nunca admite responsabilidade por nada. Agora, tenta emplacar mais uma narrativa absurda e mentirosa, de responsabilizar o Senador Flavio Bolsonaro, seu adversário nas urnas em outubro. O seu governo, como bem disse Marco Rubio, não fez nada para negociar. E agora “repudia” a posição americana. Segundo o Planalto, a data “passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável”. Em nota divulgada no início da madrugada desta quinta-feira (16) pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o Executivo afirmou que “iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC)”.
“Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso País. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil”, afirma a nota da Secom. “O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais”, prossegue o comunicado. O texto ainda destaca que o governo “seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros”, além de “continuar a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para os produtos do País”.
A PALAVRA DAS INDÚSTRIAS
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirma acompanhar com preocupação o anúncio sobre nova tarifa de 25%. A indústria diz que a sobretaxa agrava um cenário
que já vinha pressionando as exportações nacionais e amplia a insegurança para empresas dos dois países. Segundo a CNI, os efeitos do aumento de tarifas dos Estados Unidos estão sendo cada vez mais sentidos pela indústria brasileira: 20 dos 27 estados reduziram suas exportações ao mercado americano no primeiro semestre. “Diante do anúncio de hoje, o cenário tende a piorar, corroendo ainda mais a competitividade da indústria brasileira. Não podemos poupar esforços para reverter essa lógica e retomar a relação que Brasil e Estados Unidos construíram”, afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban, em nota.
Os efeitos das tarifas em vigor desde 2025 também já aparecem nas exportações dos estados brasileiros. No primeiro semestre deste ano, 20 das 27 unidades da federação registraram queda nas vendas para os Estados Unidos em comparação com o mesmo período de 2025. A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) disse que a medida dos EUA cria uma diferença
relevante em relação a fornecedores de outros países que disputam os mesmos compradores. O impacto efetivo dependerá dos produtos alcançados, da classificação tarifária de cada mercadoria e do tratamento concedido aos concorrentes internacionais.
“Entre as possíveis consequências estão a substituição de fornecedores brasileiros, a pressão pela redução de preços e margens e a renegociação de contratos, prazos e condições comerciais“, diz a nota. “A tarifa de 25% altera de forma expressiva as condições de acesso dos produtos brasileiros ao mercado americano. Será fundamental garantir clareza sobre os produtos atingidos, os prazos de implementação da medida e o tratamento dos contratos em andamento, reduzindo as incertezas para as empresas exportadoras”, afirma Verônica Winter, coordenadora de Facilitação de Negócios Internacionais do Centro Internacional de Negócios da FIEMG.

publicada em 16 de julho de 2026 às 12:00 









Acho engraçado de quem escreve essas matérias é totalmente desconectado da realidade e vive num Mundo paralelo das mentiras.
E impressionante. Vejo a mensagem deste pedro e fico perplexa com o nível do leitor ou eleitor? Parece que o Lula não fala mentira. Parece que ele fez um esforço para defender o Brasil. Parece que o opositor dele foi defender as tarifas. Meu deus .. nem o político americano dizendo que o Lula nao fez nada, o cara acredita?. O leitor, esse cara, não consegue interpretar. Lula então não mentiu? Nao ofendeu? Ele fez um esforço para defender as empresa brasileiras? meu deus, olhe a veredade ou sempre vai apoiar a mentira e o LADRÃO