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FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DE MINAS GERAIS MIRA A CHINA EM BUSCA DE COOPERAÇÃO PARA EXPANDIR OS NEGÓCIOS DO ESTADO

A Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), buscando expandir mercados internacionais e pressionada pelas ameaças de novos aumentos das tarifas americanas e pela inaptidão go governo Lula em resolver a crise com os Estados Unidos, virou-se para a China e organizou uma missão empresarial em busca de negócios. O presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, liderou uma visita à China International Import Expo (CIIE) — a maior feira de importação da China e uma das mais relevantes do mundo em tecnologia, inovação e comércio internacional. Além da visita à feira, durante a semana, a FIEMG realizou o Brazil China Business Forum com mais de 300 participantes, entre chineses e brasileiros. “Momento em que discutimos nosso futuro e o potencial de Minas Gerais, dentre as oportunidades que nosso estado tem a oferecer. Apresentamos de forma muito qualificada nossas oportunidades de cooperação e investimentos para mais de 300 potenciais investidores, sendo 240 chineses“, disse Roscoe.

A delegação mineira com mais de 50 empresários, de mais de 30 empresas brasileiras e cinco estados visitou ainda 6 empresas chinesas de diferentes setores — mineração, construção civil e têxtil —  para conhecer de perto o processo produtivo inovador das indústrias chinesas. “Tivemos também o jantar The Bearer of The Future com empresários mineiros, que homenageou nosso vice-governador, Mateus Simões, que esteve na missão pela primeira vez. Contamos com a parceria do Governo de Minas Gerais, representado por Mateus Simões e sua comitiva de secretários de estado e representantes do executivo”,  lembrou o presidente da FIEMG

Durante a missão houve um Programa Executivo de Capacitação (New York University – NYU) no campus Shangai, além de seis visitas técnicas em empresas chinesas de vários setores, com contatos importantes que serão portadores de futuro para economia mineira e relação bilateral com a China. Em 2024, a China representou 28% das exportações brasileiras e 41,4% do superávit comercial do Brasil. As principais exportações para o país foram soja, petróleo bruto e ferro, somando mais de 75% do valor total exportado, o que destaca a dependência de commodities. Isso evidencia a necessidade de diversificar a pauta exportadora e aumentar o valor agregado das vendas. A China é um grande consumidor de matérias-primas e produtos metalúrgicos, além de oferecer oportunidades para outros segmentos industriais.  O presidente destacou que a próxima missão internacional organizada pela FIEMG será no Canadá, em maio do próximo ano.

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