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GRUPO NORUEGUÊS LANÇOU CORREDOR MARÍTIMO VERDE ENTRE BRASIL E EUROPA COM FROTA DE 70 NAVIOS

O grupo norueguês Odfjell colocou em operação o que descreve como o primeiro corredor marítimo verde operacional entre o Brasil e a Europa. Com uma frota de aproximadamente 70 navios em operação global e uma divisão de terminais que reúne quatro terminais de tancagem localizados em hubs internacionais estratégicos, a Odfjell lançou uma nova iniciativa baseada no uso de biocombustível sustentável certificado. A empresa afirma que o projeto estabelece um referencial para a descarbonização do transporte marítimo de longo curso, demonstrando que soluções de baixo carbono já estão disponíveis.

A companhia estabeleceu um contrato de fornecimento de biocombustível sustentável B24 no porto de Rio Grande, garantindo disponibilidade de combustível no longo prazo. Os portos de Antuérpia, Roterdã e Rio Grande estão trabalhando em conjunto com a empresa para avançar com o corredor verde, por meio do aumento da eficiência e da otimização dos processos de permanência dos navios nos portos.

Fazemos isso para demonstrar que combustível certificado, tecnologia e infraestrutura já estão disponíveis. Com isso, mostramos que o biocombustível sustentável é hoje uma opção viável para o transporte marítimo de longo curso. Com este corredor, integramos combustíveis mais limpos como um novo pilar da nossa estratégia de descarbonização. Ativamos toda a cadeia de valor para encontrar formas de reduzir as emissões das nossas operações, e ficamos encorajados ao ver que atores-chave estão se juntando a nós nesta iniciativa pioneira”, declarou o CEO da Odfjell, Harald Fotland.

A companhia pretende fortalecer o corredor marítimo verde por meio da colaboração com portos, para aumentar a eficiência; com clientes, para maximizar a utilização da capacidade; e com fornecedores de combustível, para ampliar a oferta de combustíveis de baixo carbono. A introdução do biocombustível é vista como mais um passo no trabalho de uma década da Odfjell para reduzir emissões. A empresa afirma já ter reduzido sua intensidade de carbono em mais de 54% em relação ao patamar de 2008, por meio de um conjunto de medidas técnicas e operacionais.

Esperamos inspirar uma ação mais ampla do setor e damos as boas-vindas à continuidade da colaboração com reguladores, portos, produtores, outros operadores de navios e clientes, para acelerar a transição para um transporte marítimo de baixo nível de emissões”, ressaltou Fotland.

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