NAO DELETAR
HMFLOW

LULA INSISTE EM OFENDER E DESAFIAR TRUMP, MAS A MARINHA BRASILEIRA RECEBERÁ PORTA AVIÕES NUCLEAR AMERICANO PARA EXERCÍCIOS DE DEFESA

O descompasso que vive o governo Lula demonstra na prática uma ordenação fora de sintonia. É como se numa regata metade dos atletas remasse para frente e a outra metade remasse para trás. Exemplos claros e vivos podem ser sentidos no noticiário do dia a dia. Enquanto o Presidente Lula sai em viagem internacional para Espanha, Alemanha e Portugal com um discurso pronto para criticar,  ofender e desafiar o presidente Donald Trump, ao mesmo tempo ele se alinha  a um discurso pacifista, contra as guerras,  e força a imagem de seu principal opositor nas próximas eleições, Flavio Bolsonaro, na frente da pesquisas, como subserviente aos americanos. É uma estratégia que coloca o país em risco, porque os Estados Unidos, historicamente, sempre foram os maiores aliados político e econômico do Brasil. Mas o presidente Trump parece ter entendido a jogada política de Lula. Tudo isso influi na nossa economia, na atuação de nossas empresas, que buscam sobreviver no atual estágio das coisas. Como chumbo trocado não dói, a política de retorno dos Estados Unidos vai atingir Lula onde ele terá se desgastar com seus eleitores para poder se defender: a segurança pública. Os Estados Unidos vão atacar com tudo o Comando Vermelho e o PCC, considerando os dois como terroristas.

Membro do grupo terrorista Hezbollah, armado e financiado pelo Irã que é defendido pelo presidente Lula

Diferente de Lula e seu governo que,  por viés político, optou por estar próximo e defender as ditaduras venezuelana, nicaraguense e cubana, além de se tornar um “Persona non Grata” por Israel e dar as mãos ao Irã e, por extensão, aos grupos terroristas apoiados, armados  e financiados pelos iranianos como o Hamas, o Hezbollah e os Houthis.

Hoje (21), esta dicotomia ficou mais clara, com a chegada ao Rio de Janeiro, em maio,  de um dos maiores e mais modernos porta-aviões nuclear dos Estados Unidos, o poderoso Nimitz, que chega para atender aos anseios de treinamentos de defesa da Marinha Brasileira, que fará exercícios conjuntos na costa do país. O governo ataca o presidente Trump e as forças armadas brasileiras contam com o apoio da Marinha americana para aprimorar a própria defesa.  Pelas ações e atitudes claras, governo e forças armadas parecem começar a não falar a mesma língua. Até agora, pelo menos, não houve qualquer manifestação pública dos comandantes militares em relação as manifestações do dia 8 de janeiro, classificado pelo governo como uma tentativa de golpe, mesmo não tendo movimentação militar ou armas nas manifestações. Apenas uma baderna. Mesmo sendo testemunhas das injustiças e da ignorância às leis constitucionais brasileiras que juraram cumprir, a reação dos militares foi o silêncio, apesar de assistirem as condenações sem provas reais  de oficiais generais, de grande prestígio,  respeitados pela tropa.

Como cereja deste imbróglio, mais um fato. No final da semana passada, as forças da imigração norte-americana detiveram o deputado e delegado da Polícia Federal

O delegado brasileiro expulso por tentar ludibriar as autoridades dos Estados Unidos contra Alexandre Ramagem

licenciado, Alexandre Ramagem, que foi condenado pelo STF como se fosse golpista do 8 de janeiro e que está em Miami, na Flórida, depois de pedir asilo político aos Estados Unidos. Durante a detenção dele, o chefe da polícia federal brasileira, André Rodrigues, disse à imprensa que o episódio era fruto da cooperação com os Estados Unidos. Mas ele mentiu. Na verdade, o delegado federal  brasileiro, Marcelo Ivo de Carvalho, denunciou Ramagem como se ele fosse fugitivo. Depois de esclarecido, Carvalho foi mandado embora ontem (20) dos Estados Unidos por ter mentido para as autoridades americanas, querendo burlar uma lei do país, forjando verdades. Para lembrar, este mesmo delegado, pegou um carro Mercedez, que havia sido apreendido, atropelou e matou um homem em São Paulo. Foi considerado inocente e mandado para Miami. Ao saber do caso do delegado, o presidente Lula disse hoje(21) em Portugal, onde está, que poderá haver reciprocidade e autorizar a expulsão do Brasil de uma autoridade policial dos Estados Unidos.

Inscrever-se
Notificar de
guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários