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O DIRETOR DO SERVIÇO SECRETO ISRAELENSE CHEGA AOS EUA PARA TRATAR SOBRE ESTRATÉGIA CONTRA O GOVERNO IRANIANO

O diretor do Mossad, David Barnea, chegou aos Estados Unidos na manhã de sexta-feira (16) para conversas sobre a situação no Irã e uma possível resposta americana. Espera-se que o diretor se encontre com o enviado da Casa Branca, Steve Witkoff, em Miami. Witkoff tem gerenciado a comunicação direta entre o Irã e os EUA durante os recentes protestos e tem estado em contato com o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi. Não se sabe se Barnea também se encontrará com o presidente dos EUA, Donald Trump, durante sua visita. Os israelenses acham que a falha em atacar o Irã corre o risco de fortalecer o regime e trair os manifestantes iranianos. “O presidente Trump deve agir com decisão agora, mesmo que isso signifique um ataque simbólico“, afirma o Brigadeiro-General Nagel.

O presidente Trump e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu conversaram no dia anterior ao “ataque planejado” (a ligação foi confirmada por Jerusalém e Washington, embora seu conteúdo não tenha sido divulgado). Depois disso alguns rumores começaram a se espalhar nas redes sociais de que Netanyahu teria pedido a Trump para adiar o ataque, ou talvez até mesmo para não realizá-lo,  a fim de dar a Israel tempo para se preparar para uma resposta. Consequentemente, nesses relatos, a responsabilidade pelo fato de os Estados Unidos não terem atacado o Irã foi atribuída exclusivamente a Israel. Os israelenses continuam a considerar que esta é uma decisão de princípio e de extrema importância, e mesmo que ele consulte o Primeiro-Ministro de Israel e talvez outros líderes do Oriente Médio, qualquer pessoa familiarizada com Trump e seu estilo de tomada de decisões,  deve saber que a decisão, aparentemente ainda não tomada, reside unicamente na mente do Presidente.

Os principais jornais dos Estados Unidos estão informando que os Estados Unidos deslocaram o porta-aviões USS Abraham Lincoln em direção ao Oriente Médio, em meio à escalada de tensão entre Washington e Irã. A movimentação ocorre depois de Trump encorajar os iranianos ao afirmar que a “ajuda está a caminho.” Os protestos no Irã começaram no dia 28 de dezembro e segue até hoje. Há milhares de mortos, mas não confirmação de números exatos.

Um submarino nuclear americano da Classe Virgínia, numa rara aparição. Poder de fogo incomparável

As informações variam de 3.500 até 12 mil, espalhados por 31 províncias do país. O deslocamento do grupo de ataque do porta-aviões, que inclui caças, destroieres com  mísseis guiados e pelo menos um submarino. Além disso, uma série de aviões de guerra estão sob alerta nas bases norte-americanas do Catar, Arábia Saudita, Turquia e Emirados Árabes Unidos. Depois das ameaças de ataque de Trump, Teerã reagiu, dizendo que, se houvesse a ofensiva americana, teria instalações americanas e israelenses como “alvos legítimos.”

 

 

 

 

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