O PRESIDENTE DA ABEMI, PREOCUPADO COM A VOLATILIDADE DO PETRÓLEO NO MUNDO, QUER O BRASIL ACELERANDO EM NOSSA INFRAESTRUTURA
A volatilidade forte com preços globais do petróleo, sempre em alta por causa da greve, ultrapassaram e muito o patamar dos US$ 100 por barril em meio à escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Isso acendeu um alerta nos mercados internacionais e trouxe impactos diretos para a economia brasileira. Especialistas já apontam aumento da volatilidade cambial, pressão inflacionária e reflexos sobre combustíveis, logística e cadeias industriais. Para a ABEMI – Associação Brasileira de Engenharia Industrial – o cenário reforça a necessidade de o Brasil acelerar investimentos em infraestrutura, engenharia industrial, energia e capacidade produtiva nacional. Nesta sexta-feira (22) o barril do Brent para entrega no final junho, está fechando com a cotação de US$ 103,70.
Para Nelson Romano, presidente da associação, “O mundo vive um momento de forte instabilidade geopolítica e energética. Sempre que o petróleo sobe de forma abrupta, os impactos se espalham rapidamente pela economia, atingindo inflação, transporte, indústria e custos operacionais. Para o Brasil, isso também representa uma oportunidade estratégica de fortalecimento da engenharia industrial, da cadeia de óleo e gás, da infraestrutura e da indústria nacional.” Segundo Romano, o país possui vantagens competitivas importantes diante do novo cenário global, especialmente pela relevância do pré-sal, da matriz energética diversificada e da capacidade técnica da engenharia brasileira.
O presidente da ABEMI também alerta que os efeitos da crise podem atingir diversos setores da economia brasileira, desde fertilizantes e agronegócio até transporte e construção industrial, exigindo visão estratégica do país diante de um ambiente global cada vez mais complexo. “O Brasil pode ocupar um papel ainda mais relevante no cenário energético internacional. Mas isso exige planejamento de longo prazo, segurança regulatória, investimentos e valorização da engenharia nacional como vetor de desenvolvimento econômico e industrial.” Ele alerta ainda para os efeitos da crise, que podem atingir diversos setores da economia brasileira, desde fertilizantes e agronegócio até transporte e construção industrial, exigindo visão estratégica do país diante de um ambiente global cada vez mais complexo. “A engenharia industrial será decisiva para aumentar competitividade, ampliar eficiência produtiva, garantir segurança energética e apoiar novos investimentos em infraestrutura e transição energética. O momento exige visão de futuro”, conclui.

publicada em 22 de maio de 2026 às 20:00 




