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OPEP SE REÚNE ONLINE DIZ NÃO TER DISCUTIDO CRISE NA VENEZUELA E NO IÊMEN E DECIDE MANTER PRODUÇÃO DE PETRÓLEO ESTÁVEL

Na reunião que já estava agendada para este domingo (4), a  OPEP+  decidiu  em manter a produção estável de petróleo  mesmo depois da ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, um de seus participantes, na madrugada de sábado (3) e  apesar das tensões políticas  a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, a decisão foi buscar a estabilidade nos preços, sem sobressaltos no mercado.  A reunião de hoje entre oito membros ( Arábia Saudita, Rússia, Emirados Árabes Unidos, Cazaquistão, Kuwait, Iraque, Argélia e Omã) que produzem quase a metade do petróleo mundial, ocorreu após os preços do petróleo terem caído mais de 18% em 2025 —a maior queda anual desde 2020, como o Petronotícias informou, em meio a crescentes preocupações com o excesso de oferta. A reunião deste domingo foi online e não há informações se o tema  Estados Unidos-Venezuela, foi discutido.  Ficou marcado que o grupo se reunirá novamente no dia 1º de fevereiro.

Outro ponto em questão que provocou uma certa intranquilidade no grupo é o nível de tensão entre dois de seus principais membros: de um lado, a Arábia Saudita. De outro, os  Emirados Árabes Unidos, em função  do  conflito no Iêmen.  Um grupo alinhado com os Emirados Árabes Unidos tomou território do governo apoiado pela Arábia Saudita. A crise desencadeou a maior cisão em décadas entre os antigos aliados, à medida que anos de divergência em questões cruciais chegaram a um ponto crítico.

A Opep conseguiu já havia superado as sérias divisões internas, como a relacionada à guerra Irã-Iraque, priorizando a gestão do mercado em detrimento de disputas políticas. No entanto, o grupo enfrenta diversas crises, com as exportações de petróleo da Rússia pressionadas pelas sanções americanas impostas devido à guerra na Ucrânia, e o Irã enfrentando protestos e ameaças de intervenção dos EUA. Agora, depois de prender o ditador sanguinário Nicolás Maduro, os Estados Unidos  afirmaram que Washington assumiria o controle do país até que uma transição para um novo governo fosse possível, sem especificar como isso seria realizado.

Para lembrar, a Venezuela possui as maiores reservas de petróleo do mundo, maiores até mesmo que as da Arábia Saudita, líder da Opep, mas sua produção petrolífera despencou devido aos anos de má gestão do governo socialista de Maduro e das expulsões das empresas de petróleo dos Estados Unidos, como a Connoco Philips e Exxon, que foram expulsas do país, perdendo todos os seus ativos. Os prejuízos das empresas americanas serão agora reembolsados com a influência dos Estados Unidos com a queda de Maduro.

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