PETROBRÁS SE APROXIMA DE SUA META DE DESALAVANCAGEM
O presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, Nelson Carvalho, afirmou nesta terça-feira (3) que a estatal está mais próxima de atingir antecipadamente sua meta de desalavancagem, estipulada para 2018. A companhia estava mirando alcançar um índice de alavancagem (medido pela dívida líquida/Ebtida ajustado) de 2,5 vezes no próximo ano. No segundo trimestre, a estatal estava com uma alavancagem de 3,2 vezes contra 5,1 vezes registrada no final de 2015.
A afirmação foi feita durante evento no Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), em São Paulo. Carvalho também falou sobre o processo de venda da BR Distribuidora. Segundo o executivo, o objetivo da Petrobrás é realizar a oferta pública de ações (IPO) da empresa ainda este ano.
O percentual de capital da BR que será vendido será definido dias antes do lançamento da oferta, de acordo com Carvalho.

publicada em 3 de outubro de 2017 às 19:30 





Abutres!!!
Não nos enganam em nada…
Deve ser uma daquelas baboseira ditas para justificar privatizações brancas dentro da BR.Faltam explicações mais detalhadas da cúpula da estatal.
Depois q alcançar pode parar de vender os ativos neh, refinarias e etc
A alavancagem de 2,5 é um indicador pouco usando pela indústria petroleira com projetos de longa maturação. Ela varia de acordo com inúmeros fatores entre os quais o câmbio, para empresas tipo Petrobras, com dívidas em dólares (~80%). A meta será facilmente obtida para quem tem ativos e investimentos como tem a Petrobras, com caixa de ~U$ 26 bilhões e disponibilidade de U$ 1,8 para cada U$ 1 que deve e chamam ou chamaram mentirosamente de dívida impagável e se jactarão de serem querubins salvadores da Petrobras. Mentirosos! Assim redundo, inventaram uma situação financeira calamitosa para a Petrobras, para justificar… Leia mais »
Vendem, a preços aviltados, ativos fundamentais para a manutenção da estrutura financeira saudável da Petrobras, que está se afastando da estratégica posição de empresa verticalizada, do “poço ao poste”, para transformar a Companhia em uma simples produtora de petróleo bruto para exportação, sem agregar valor. Quais as justificativas empresariais para incentivar a importação de combustíveis pela iniciativa privada, em detrimento da redução de cargas nas refinarias brasileiras da Petrobras, em território nacional? Extra-oficialmente, consta que a Refinaria de Mataripe, segunda em capacidade de processamento do Brasil (326.000 bpd), já opera com apenas 50% da carga, o que abre espaço sem… Leia mais »