NAO DELETAR
HMFLOW

PETRÓLEO PASSA DE US$ 104 COM OS AVANÇOS DOS TERRORISTAS HOUTHIS APOIANDO O IRÃ E ESTRANGULANDO O TRÁFEGO DE NAVIOS PELOS ESTREITOS

O Irã está usando a força dos Houthis, do Iêmem, na fronteira com o sul da Arábia Saudita para impor terror na região. Depois de ataques a uma base militar saudita, agora os terroristas atacaram um oleoduto que a Arábia Saudita ainda atendia a alguns países com seu petróleo, para suprir a queda de fornecimento com o fechamento do Estreito de Ormuz e também do Estreito de Bab al-Mandab. Os terroristas iemenitas são financiados, armados e treinados pelo Irã, tornando-se uma espécie de satélite do mal, assim como os terroristas do Hamas, em Gaza,  e Hezbollah, no sul do Líbano. Os ataques ao oleoduto, acontece um dia depois os Houthis assumirem o controle do

Imagem de satélite mostra uma fumaça preta da explosão do oleoduto saudita

Porto de Mocha, no Iêmem e  também chegaram a uma ilha na entrada do Estreito de Bab al-Mandab, ameaçando fortemente o tráfego de navios. O movimento de Ormuz, caiu para um dígito e o petróleo subiu para três dígitos, sendo cotado no mercado a mais de US$ 104,17 o barril do Brent.

O estreito acima é Ormuz. Abaixo, Bad el-mandeb

Os terroristas chegaram  nesta sexta-feira à ilha estratégica de Perim, no estreito de Bab el-Mandeb,   potencialmente reforçando seu controle sobre uma das rotas marítimas vitais do mundo e aumentando ainda mais a ameaça aos mercados de energia na crescente guerra no Oriente Médio. Anteriormente, duas fontes do governo iemenita, apoiado pela Arábia Saudita e reconhecido internacionalmente, disseram que suas forças haviam se retirado de Perim e que os houthis também haviam tomado a cidade costeira de Dhubab, no Mar Vermelho, que fica em frente à ilha.

Se os houthis conseguirem o controle total do Esreito de Bab el-Mandeb,  no lado oposto da Península Arábica em relação ao Estreito de Ormuz, isso poderá dar ao Irã, seu apoiador, uma vantagem crucial na guerra contra os EUA, reduzindo o fornecimento através de um segundo importante corredor de trânsito e fazendo com que os preços do petróleo disparem. A Arábia Saudita, maior exportadora de petróleo do mundo, depende da rota do Mar Vermelho desde que o conflito com o Irã fechou efetivamente o Estreito de Ormuz, por onde costumava fluir um quinto do petróleo mundial. Isso ocorre um dia depois de duas fontes militares terem que o grupo terrorista iemenita Houthi, apoiado pelo Irã, chegou às ilhas de Hanish, no Mar Vermelho.

REAÇÃO DO GOVERNO IEMENITA

As forças do governo iemenita indicaram que tentariam retomar as áreas capturadas pelos terroristas houthis em sua ofensiva relâmpago desta semana ao longo da costa

Os terroristas já controlando o Porto na entrada de Bad E-Mandeb

do Mar Vermelho. Eles anunciaram que iriam mobilizar armas e aeronaves para eliminar qualquer movimento das milícias terroristas Houthi em áreas estratégicas, incluindo a estrada que leva à cidade costeira de Mocha, que o grupo militante capturou na ontem à noite (local), juntamente com as ilhas de Hanish, no Mar Vermelho. Veículos de comunicação árabes foram os primeiros a noticiar que as forças do governo iemenita haviam se retirado de Mocha na manhã de ontem (10), com o avanço dos houthis.  Publicações em redes sociais exibiram fotos e vídeos de combatentes houthis dentro da cidade. A captura de Mocha representa uma conquista significativa para os Houthis,  permitindo-lhes consolidar o seu controlo sobre o Mar Vermelho e o Estreito de Bab el-Mandeb.

No entanto, a Frente Nacional de Resistência, uma coalizão de forças anti-Houthi liderada por Tareq Saleh(esquerda), ex-aliado dos Houthi e membro sênior do governo iemenita, afirmou que um comandante da força liderou um contingente militar em direção a Mocha na manhã da quinta-feira. “A reorganização e consolidação das forças de defesa de Mocha,  estão em andamento em coordenação com a coalizão anti-Houthi“, informou o veículo de comunicação oficial da NRF, as forças militares do governo do Iêmem.

O porta-voz dos Houthis, Mohammed Abdulsalam(direita), afirmou que a navegação e o comércio internacional no Mar Vermelho e no Estreito de Bab el-Mandeb permaneciam seguros e regulares, apesar da intensificação dos combates com as forças governamentais apoiadas pela Arábia Saudita. Em uma publicação no X, Abdulsalam afirmou que o Iêmen não representava ameaça à navegação e que as operações em curso dos houthis eram defensivas e limitadas a alvos previamente anunciados. Ele declarou que as operações terminariam assim que os ataques ao Iêmen cessassem e o bloqueio fosse suspenso.

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