POVO CUBANO QUE PROTESTA NAS RUAS É PRESO E TORTURADO ENQUANTO LÍDERES DA DITADURA SANGUINÁRIA DESFRUTA DAS DOAÇÕES
A cada dia que passa, o bloqueio do petróleo feito pelo governo americano ao regime sanguinário, perverso e cruel da ditadura castrista em vigor em cuba desde 1959, está causando mais problemas para a população da ilha. Desde de janeiro, apenas um carregamento de petróleo foi autorizado pelos Estados Unidos, que concordou que Cuba recebesse um petroleiro russo, mesmo sancionado, trazendo 700 mil barris de petróleo até o Porto de Matanzas, há cerca de 15 dias. Mas este petróleo, não se reverteu em benefício da população, mas ao governo cubano, às suas lideranças que não ignora os protestos cada vez mais intenso da população, mas reprime com ainda mais rigor e toques de recolher noturno. Neste Raio X que o Petronotícias publica agora, o nosso leitor ficará a par de algumas situações críticas que a população cubana está
vivenciando. Com dez usinas termoelétricas fora de operação, o maior número em meses, o combustível enviado por Moscou a Cuba, de nada adiantou até agora. Parte de Havana segue às escuras durante seus apagões constantes. Apenas a região das mansões, onde residem os líderes da ditadura e quartéis são beneficiados. As doações internacionais de alimentos só servem aos ditadores. O déficit de energia, agrava-se a cada dia após o fim do inverno no hemisfério norte. A falta de energia é mais frequente, deixando cidades às escuras por mais de 12 horas. Em áreas do interior do país, a falta de energia chega a ser mais de 24 horas.
A empresa estatal de energia elétrica, União Nacional de Energia Elétrica (UNE), oficialmente, disse que o déficit máximo de geração atingiu 1.834 MW e será ainda maior se não houver petróleo. A unidade 6 da Usina Termelétrica de Mariel, as unidades 1
e 3 de Santa Cruz del Norte, as unidades 3 e 5 de Renté e a unidade 2 de Felton não estão operando devido a avarias. Não como receber material sobressalente. Enquanto isso, a Unidade 5 em Mariel, a Unidade 3 em Cienfuegos, a Unidade 6 em Renté e a Unidade 5 em Nuevitas permanecem em manutenção. Essas usinas produzem energia utilizando petróleo bruto extraído em Cuba.
A União Nacional de Eletricidade (UNE) informou que o parque gerador a óleo combustível de Mariel, parte do sistema de geração distribuída e dependente da importação de combustível, deverá entrar em operação durante o horário de pico de demanda desta segunda-feira (20) Mas é uma promessa vazia. Prevê-se que esses geradores contribuam com 92 MW para o suporte à geração de eletricidade, mas sem combustível, o papel continua servindo para qualquer palavra. Principalmente as mentirosas. A declaração oficial da entidade não menciona as duas barcaças alugadas da empresa turca Karadeniz Holding que ainda operam como vagalume em Havana. Segundo as autoridades disseram no jornal oficial o Granma, assim que o combustível estivesse disponível, haveria uma capacidade de geração adicional entre 1.200 e 1.400 MW para aliviar a crise nacional de eletricidade. Quem acreditou, se decepcionou. O navio russo chegou e nada. Agora, espera-se um outro, com combustíveis. A entrada em operação dessas máquinas gerou questionamentos entre os cubanos. Muitos usuários do fórum questionaram as promessas de melhoria feitas após a chegada em Matanzas, no final de março, do
, carregado com petróleo bruto russo. Havana comemorou como uma vitória contra a pressão dos EUA, as autoridades alertaram que após o refino, o combustível ajudaria a amenizar a grave crise energética do país. Nova mentira dos ditadores.
INCÊNDIO DEVASTADOR
Como desgraça pouco parece ser bobagem em Cuba, o país está assistindo sem nada poder fazer, um grande incêndio florestal em Pinar del Río, que está fora de controle há uma semana. Mais de 760 hectares de floresta foram devastados por seis incêndios que ainda estão ativos na província. As tentativas de controlar o incêndio, que começou no dia 10 de abril, fracassaram. É o maior dos seis incêndios que ainda estão ativos e já consumiu pelo menos 760 hectares de floresta na província, segundo a Agência Cubana de Notícias (ACN) órgão oficial do governo. As forças do Corpo Florestal (CGB) e do sistema Agrícola concentraram seus esforços na tentativa de controlar esse incêndio, que começou em um local conhecido
como La Lanza, no município de Minas de Matahambre, e em outro que começou em La Güira, na divisa entre o território da capital e San Juan y Martínez.
O chefe de gestão de incêndios da CGB, Rubén Guerra Corrales, explicou à agência estatal que somente este grande incêndio já destruiu 612 hectares de pinhal. “O contra fogo aplicado não foi eficaz, portanto, os esforços para conter as chamas continuam a fim de controlá-las”, afirmou Guerra Corrales, acrescentando que a estratégia de continuar com o contra fogo e a construção de aceiros com equipamentos mecanizados permanece em vigor. Em relação ao incêndio de La Güira, ele afirmou que afetou 93 hectares de floresta de pinheiros e semidecídua em solo ácido. “As mesmas forças e o mesmo plano de confronto permanecem lá”, afirmou o chefe do CGB.
Rajadas de vento de até 30 quilômetros por hora, a seca intensa e a presença de material combustível estão dificultando os esforços para controlar os dois incêndios. No
entanto, Guerra Corrales garantiu que as chamas dos dois incêndios não representam perigo para as comunidades próximas, segundo a ACN. Além desses dois incêndios, os guardas florestais estão combatendo outros quatro incêndios de média proporção em Pinar del Río . O incêndio na área de El Polvorín, no município de La Palma, já está sob controle, afirmou o chefe do CGB. Não estão incluídos o número 17 da estrada Luis Lazo, em Pinar del Río; e os dois em San Juan y Martínez: em La Solita e La Vigía. O primeiro incêndio queimou dez hectares; o de La Solita afetou cinco hectares de pinhal e o de La Vigía, dez. As causas dos seis incêndios estão sendo investigadas.
A PALAVRA MENTIROSA DE DIAZ-CANEL
Cuba “não tem combustível para quase nada”, disse Díaz-Canel, “mas tem para propaganda”. Em meio ao colapso total da sociedade cubana, começou em Havana um encontro político chamado de Colóquio Pátria começou a sua quinta edição em Havana, reunindo porta-vozes estrangeiros e ativistas pró-regime. As palavras de Diaz-Canel, refletem o sofrimento diário de milhões de cubanos condenados a apagões, contrastam fortemente com outra de suas ações: a realização do próprio evento. “A vida cotidiana em Cuba é dolorosa,” disse. “Desde o descanso vital interrompido pelo apagão, e depois o retorno da eletricidade após longas horas, o que fez com que o trabalho doméstico fosse transferido para as primeiras horas da manhã“, disse Díaz-Canel, no evento que ainda comemora o aversário da
declaração de caráter socialista da Revolução Cubana, e da invasão da Baía dos Porcos, que se celebrava há 65 anos. Mesmo diante de uma realidade fracassada, os lideres comemoram. Talvez a própria riqueza adquirida e a fartura, em detrimento de toda população cubana reprimida. Para os líderes, nada falta. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, e o presidente da rede Al Mayadeen, Ghassan Ben Jeddou, enviaram mensagens em vídeo, na abertura que teve a presença de 150 delegados de 25 países. Nenhum deles de alto nível. O presidente da União dos Jornalistas de Cuba (UPEC), Ricardo Ronquillo, falou e destacou “a dignidade e a resistência do povo cubano“, mesmo condenada, no entanto, ao abandono total pelo regime.
DEPORTAÇÃO DE CUBANOS
Os Estados Unidos UA deportam mais 91 migrantes para Cuba, elevando o total para mais de 500, em 2026. Como costuma acontecer nesse tipo de operação, dois deportados foram presos como ‘suspeitos de terem cometido atos criminosos antes de deixarem o país’. O número total de migrantes que retornaram à ilha durante esse mesmo período chega a 530. A operação anterior, realizada em 19 de março, repatriou um grupode 117 emigrantes para Cuba. Até o momento, em seu segundo mandato, Donald Trump deportou 1.992 cubanos em voos do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). Desde que esses voos de deportação foram retomados em 2023, durante o governo de Joe Biden, o número total de migrantes devolvidos em 2024 foi de 800 e, em 2025, de cerca de 1.500. A operação aérea foi realizada através do Aeroporto Internacional José Martí, em Havana. Este é o 14º voo proveniente de diferentes países da região desde janeiro passado que trouxe deportados para Cuba.
SEM ÁGUA E ALIMENTOS
Mais de 200 mil moradores de Havana tiveram seu abastecimento de água cortado pelos apagões que “duraram mais de doze horas”, segundo o próprio governo.
Abel Fernández Díaz, diretor do Aqueduto da empresa estatal Aguas de La Habana disse que ” A Bacia Sul, que abastece os municípios centrais de Diez de Octubre, Cerro, Plaza, Centro Habana e Habana Vieja, está enfrentando problemas causados por cortes de energia que podem durar mais de doze horas “. Além disso, há um rompimento na linha de transmissão que deve ser reparado nas próximas horas “para que o serviço possa ser restabelecido e a recuperação possa começar“, informou a mídia estatal, citando o funcionário.
A grave crise alimentar que assola está apresentando níveis particularmente críticos em Havana, Matanzas, Cienfuegos, Guantánamo e Santiago de Cuba , de acordo com uma publicação do Programa Monitor de Alimentos (Food Monitor Program) no X, que recentemente publicou um relatório intitulado “Paralisia Econômica e Sobrevivência
Alimentar em Cuba”. O texto baseia-se nos testemunhos de 2.508 famílias entrevistadas em todas as províncias, refletindo uma realidade marcada pela fome e pelo desânimo. 78% dos entrevistados consideraram a crise atual em Cuba pior do que a do Período Especial da década de 1990.
Entre as respostas dos participantes da pesquisa citadas pelo Programa de Monitoramento Alimentar, algumas se destacam, como “antes, com sacrifício, você sobrevivia; agora nem isso“; “agora o país está mais destruído do que nunca, não há vontade de seguir em frente“; “o Período Especial foi muito difícil, mas naquela época havia mais esperança, havia mais liderança”. Os entrevistados consideraram que a situação atual piorou em áreas como apoio governamental, igualdade social, acesso a alimentos, serviços públicos e bem-estar psicossocial. O único aspecto
avaliado como mais positivo do que durante o Período Especial foi o relacionado às restrições legais.
O agravamento da crise alimentar em Cuba é também uma das conclusões do segundo de dez estudos realizados pelo DIARIO DE CUBA em parceria com a Cubadata e intitulado “Condições de vida, serviços, segurança e ajustamento diário.” 78,2% dos cubanos entrevistados na ilha entre 23 de fevereiro e 13 de março de 2026 afirmaram que alguém em sua casa teve que pular pelo menos uma refeição por falta de comida. Os dados revelam um aumento alarmante da fome desde julho de 2022, quando a Cubadata implementou um Inquérito sobre Segurança Alimentar, cujos resultados indicaram que apenas 28% dos agregados familiares participantes tinham sido libertados da fome durante o período estudado. Essa percentagem caiu para 21,8% no presente estudo.
AS VÍTIMAS DA REPRESSÃO
O menor cubano Jonathan Muir(esquerda), de apenas 16 anos, que está preso por protestar contra os apagões e a falta de alimentos em frente a sede do partido comunista, em Ciego de Ávila , “está muito doente e precisa de tratamento médico urgente” segundo o seu pai, o pastor Elier Muir Ávila, que alerta para a circulação nas redes sociais de fotos antigas de seu filho, que não refletem seu estado atual. O menino está numa prisão para quem desafia o regime castrista e precisa de tratamento para desidrose grave. Para receber esse tratamento, ele precisa ser libertado da prisão, onde as condições necessárias de higiene e alimentação são precárias, explicou seu pai. “Ele foi preso e encarcerado lá desde 16 de março. Não há lâmpada onde ele está. Ele precisa de nutrição muito específica, de condições higiênicas para o tratamento
da pele, pois ela é muito sensível devido à desidrose. Ele contraiu essas duas bactérias em 2021, o que o deixou gravemente doente.” A Procuradoria Municipal de Ciego de Ávila, impôs-lhe a sua prisão preventiva, a mais severa das previstas no Código de Processo Penal, e ordenou a sua transferência para a prisão de Canaleta, onde ocorreu uma rebelião em fevereiro.
O preso político Daniel Alfaro Frías, está em greve de fome há 16 dias na prisão segundo sua esposa, Yamileidy Torre. Ela relatou que não consegue contatá-lo desde uma busca em sua cela, onde, segundo ela, seus medicamentos foram confiscados. Alfaro, de 62 anos, sofre de doenças cardíacas e renais, além de problemas respiratórios. Ele cumpre uma pena de nove anos por acusações relacionadas ao seu ativismo. Antes de iniciar o protesto, ele relatou ter recebido ameaças de funcionários da prisão, conforme também consta em declarações à imprensa americana.
Um caso ainda mais crítico é o de Roylan Álvarez Renzoler, que realizou uma greve de fome prolongada, em Holguín. Sua irmã, Arianna Álvarez, relatou que ele sofreu uma parada cardíaca e está atualmente detido sem assistência médica, em prisão preventiva. Segundo seu depoimento, ele apresenta danos em órgãos vitais e vive em condições extremamente insalubres. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) concedeu-lhe medidas cautelares devido ao risco à sua vida. O Observatório Cubano de Direitos Humanos (OCDH) denunciou o grave estado de saúde da prisioneira política Ana
Ibis Trista Padilla, condenada a 14 anos de prisão pelos alegados crimes de “propaganda contra a ordem constitucional” e “outros atos contra a segurança do Estado”. A prisioneira sofre de graves problemas renais, extrema fraqueza, desmaios e dores intensas, agravadas pela falta de assistência médica. A organização responsabilizou o Estado cubano pela deterioração de seu estado de saúde e exigiu atendimento médico urgente, bem como sua libertação.
A família do opositor Félix Navarro Rodríguez(esquerda), de 72 anos, exige prova de que ele está vivo após denunciar uma agressão da prisão de Agüica, em Matanzas. Sua esposa, Sonia Álvarez Campillo, que não teve contato com ele desde o incidente.
Segundo a denúncia, Navarro teria sido algemado e levado para uma cela solitária após a agressão. Álvarez responsabilizou as autoridades prisionais e a Segurança do Estado por sua segurança. O diretor do Centro de Reclamações da Defesa, Juan Carlos Vargas, alertou que qualquer ataque contra o líder da oposição, que recebeu medidas cautelares da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, representa um risco iminente à sua vida. A Fundação de Direitos Humanos também condenou o incidente, observando que Navarro, que tem um histórico de problemas de saúde, incluindo diabetes, foi agredido após uma visita familiar. A organização descreveu o caso como parte de um padrão sistemático de repressão.
A PALAVRA DA ANISTIA
A Anistia Internacional (AI) exigiu a libertação do artista Maykel Castillo Pérez, conhecido como “Osorbo”, após declarações do ditador sanguinário e perverso
Miguel Diaz-Canel, em entrevista à NBC News, quando ele negou “a existência de presos políticos em Cuba.” Em um vídeo postado nas redes sociais, a organização afirmou que entre 800 e 1.200 pessoas estão presas por motivos políticos. “Negar a repressão não a faz desaparecer”, observou a Anistia Internacional. Castillo, membro do Movimento de San Isidro, cumpre pena de nove anos desde 2022 e sofreu longos períodos em confinamento solitário. Entretanto, o líder da oposição Maikel Mediaceja Ramos(direita) foi libertado da prisão após cumprir quase nove anos de sua pena. Em declarações ao Marti Notícias, ele afirmou ter sido submetido “a espancamentos, tortura e condições desumanas nas prisões de Boniato e La Caoba.” O ativista denunciou graves problemas de saúde no sistema prisional, incluindo doenças não tratadas, água contaminada e surtos de doenças infecciosas. “Saí da prisão, mas não sou um homem livre porque meu povo não é”, afirmou.
UM SOPRO DE ESPERANÇA
“Em breve’ haverá um novo amanhecer para Cuba” Essas palavras, que são um sopro de esperança para o povo cubano, vieram do Presidente Donald Trump. Muito em breve haverá um novo amanhecer para Cuba”, referindo-se à possibilidade de os Estados Unidos realizarem uma operação militar contra o regime da ilha. Durante um evento em Phoenix, no Arizona, ele se referiu à intervenção militar dos EUA no Irã e, conectando ideias, disse que “essa grande força também trará consigo um dia que vem sendo aguardado há 70 anos. É o que se chama de um novo amanhecer para Cuba “, afirmou, antes de dar mais detalhes: “Temos muitos cubano-americanos extraordinários. Para ser honesto, não acho que haja muitos nesta plateia, mas se você for a Miami, encontrará pessoas, cubano-americanos, pessoas que foram tratadas com brutalidade, cujas famílias foram assassinadas e que foram vítimas de atrocidades e agora, veja o que acontecerá neste novo palco.”
No final de março, o presidente havia indicado que, uma vez terminado o conflito com o Irã, “o próximo seria Cuba”. Nessa linha, o Secretário de Estado Marco
Rubio(direita) insistiu na necessidade de uma mudança de regime na ilha e de uma alteração em seu sistema de governo para que o país possa voltar a se sustentar. As declarações do presidente surgem após a revelação de que funcionários do Departamento de Estado dos EUA se reuniram em Havana com membros do alto escalão do regime cubano, incluindo o neto de Raúl Castro, Raúl Guillermo Rodríguez Castro(esquerda), conhecido como “El Cangrejo“, coronel do Exércit que cuida pessoalmente da segurança do avô. Os encontros foram para asfaltar a defesa das liberdades democráticas e econômicas e alertar sobre os riscos de não seguir os conselhos americanos.
O encontro foi descrito como um marco diplomático, já que foi a primeira vez que um avião do governo dos EUA pousou em Cuba desde a visita do presidente Obama, há uma década, numa tentativa de alcançar uma reaproximação. Um alto funcionário do Departamento de Estado disse à imprensa que várias reuniões ocorreram, mas não revelou a identidade dos participantes, exceto a do neto de Raúl Castro, irmão de Fidel Castro. “O Caranguejo” é visto pelos Estados Unidos como o porta-voz de fato do seu avô, que ainda detém o verdadeiro poder em Cuba. Autoridades americanas enfatizaram ao regime de Castro que “a economia cubana está em queda livre e que as elites governantes da ilha têm uma breve janela de oportunidade para implementar reformas essenciais apoiadas pelos EUA antes que a situação se deteriore irreversivelmente“, disse uma fonte.
Autoridades do Departamento de Estado também reiteraram a política dos EUA de ajudar a suspender o embargo contra Havana. Essas medidas incluem a compensação
de residentes e empresas americanas cujos bens e propriedades foram confiscados por Fidel Castro. A isso se soma a exigência da libertação dos presos políticos, que o regime não reconhece como tal, bem como a garantia de maiores liberdades políticas ao povo cubano, o que, em última instância, incluiria eleições livres e justas. Autoridades americanas expressaram preocupação com a presença de serviços de inteligência estrangeiros, grupos militares e terroristas que operam com a permissão do regime cubano a menos de 160 quilômetros do território americano.”Sem ameaçar diretamente as autoridades cubanas, os Estados Unidos deixaram claro que o governo Trump não permitirá que uma catástrofe ocorra na Ilha”, disse a Secretaria de Estado.

publicada em 19 de abril de 2026 às 4:00 








