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PRESSIONADO E SEM ALTERNATIVAS O IRÃ VOLTA A APELAR AO TERROR E AMEAÇA MATAR O FILHO DO PRESIDENTE DONALD TRUMP

Pressionado, acuado, o Irã divulga um  vídeo oferecendo recompensa de US$ 10 milhões pela morte de Barron Trump, filho do presidente americano Donald Trump.  O vídeo, compartilhado no X/Twitter pelo jornalista londrino Niyak Ghorbani, conhecido por suas críticas ao regime, mostrava vários locais onde Barron esteve em momentos específicos no passado, incluindo a Trump Tower. O Canal 3 da TV estatal iraniana divulgou um vídeo detalhando uma vigilância específica contra ele e oferecendo uma recompensa de 10 milhões de dólares por sua morte, informou a Iran International nesta segunda-feira(24). Em todos esses locais, o vídeo destacou elementos da equipe de segurança de Barron, incluindo a alegação de que agentes do Serviço Secreto se disfarçaram de estudantes em sua escola para se misturarem ao ambiente. O vídeo também alegava ter encontrado as contas online de Barron no Xbox, Discord e no jogo FIFA, bem como as de seus colegas de classe, sendo dois deles identificados como Liam Carter e Bo Louden. Embora Liam Carter parecesse ser um perfil falso, Louden, um influenciador de mídia conservador, é um amigo conhecido de Barron. “Milhões de jogadores da FIFA que se opõem a Trump estão esperando para receber um prêmio de dez milhões de dólares nosso“, concluiu o vídeo. Um outro vídeo anterior ameaçou a primeira-dama dos EUA, Melania Trump, no mês passado.

O vídeo convocava “combatentes da liberdade” a atacar as lojas que a primeira-dama frequenta. Alegava compartilhar “informações de diversas redes de segurança anônimas”, mostrando esquemas de como a segurança de Melania opera e os lugares que ela costuma frequentar em Nova York. A publicação também afirmou que o ponto fraco da primeira-dama é “seu amor pela moda“, dizendo que ela frequenta as lojas de moda mais sofisticadas  de Nova York, que poderiam ser atacadas pelos “combatentes pela liberdade”. O vídeo terminou dizendo: “Isto é apenas o começo! Barron Trump, espere por nós!”

ORMUZ

O barril de petróleo Brent é negociado a cerca de US$ 91,26 e o WTI fica em torno de US$ 84,80. Os preços recuaram devido à realização de lucros pelo mercado antes de novas sanções dos Estados Unidos ao Irã, que avança com plano para cobrar taxas de embarcações pela passagem do Estreito de Ormuz. O porta-voz do comitê de Segurança Nacional e Política Externa do parlamento iraniano anunciou no domingo que avançou com os planos de cobrar taxas das embarcações que cruzam o Estreito de Ormuz. Segundo relatos da mídia estatal iraniana, Hassan Ghashghavi confirmou que o Artigo 3 do Plano de Ação Estratégica proposto para a Segurança e o Desenvolvimento Sustentável do Estreito de Ormuz e do Golfo Pérsico permitiria a cobrança de taxas por serviços que o Irã alega fornecer.

Nos termos dos artigos 38 e 44 da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), o Irã não pode suspender, impedir ou cobrar pedágio de embarcações que transitam pelo Estreito de Ormuz. No entanto, a convenção permite que os países cobrem taxas por serviços prestados. “De acordo com este artigo, serão cobradas taxas pelos serviços que prestamos, incluindo serviços de navegação, ambientais, de seguros e segurança, reabastecimento em circunstâncias especiais e outros serviços”, disse Ghashghavi(direita), segundo a IRNA, a agência oficial de notícias do Irã.   “Essas taxas serão cobradas de navios pertencentes a países autorizados a transitar pelo Estreito de Ormuz,   em riais ou qualquer outra moeda designada pela República Islâmica do Irã.”

O Irã enfrenta uma grave e crescente pressão financeira. “O momento desse avanço é notável”, explicou o analista de segurança Roger Macmillan(esquerda).  Embora possa ser interpretado como uma retaliação da República Islâmica em resposta à ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de um “DIA D ECONÔMICO” para os países que apoiam o regime, Macmillan sugeriu que provavelmente se trata de um sinal mais profundo da grave situação financeira de Teerã. “Este é um regime que agora está sentindo o aperto das sanções econômicas dos Estados Unidos. Elas estão claramente surtindo efeito, e o regime precisa de dinheiro vivo. O Rial não vale nada, e o desespero está se instalando.”

Seus comentários surgiram em um momento em que a moeda iraniana atingiu uma baixa histórica, caindo para 2,02 milhões de riais por dólar nos mercados cambiais informais. O Banco Central do Irã, no entanto, mantém a taxa de câmbio em 1,5 milhão de riais por dólar. Macmillan, complementando sua interpretação, observou que os países da região já deixaram claro que não desejam pagar taxas adicionais e que tal medida apenas “consolidaria” ainda mais o isolamento do Irã. Além disso, ele afirmou que poucos países estariam dispostos a atrair a atenção de Washington e enfrentar as consequências de violar as sanções americanas.

COLAPSO ECONÔMICO

O Presidente Trump disse que o Irã está ‘entrando em colapso total’, enquanto o Secretário do Tesouro alerta para um ‘Dia D econômico’ para o regime. A publicação de Trump surge num momento em que se espera que o Departamento do Tesouro dos EUA amplie o âmbito das sanções secundárias que pode impor a entidades e países que mantêm relações comerciais com o Irã. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em uma postagem no Truth Social nesta segunda-feira(24) que o Irã está entrando em colapso total. A publicação surge num momento em que se espera que o Departamento do Tesouro dos EUA amplie o âmbito das sanções secundárias que pode impor a entidades e países que mantêm laços comerciais com o Irã, numa tentativa da administração Trump de aumentar a pressão econômica sobre Teerã.

A ação visa dar um aviso final aos países para que rompam seus laços comerciais com o Irã, em um esforço para forçar o fim do conflito de quase seis meses que bloqueou o Estreito de Ormuz e as exportações de energia do Golfo, disse a fonte, que falou sob condição de anonimato por não estar autorizada a falar publicamente sobre o assunto. A fonte afirmou que o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, também pretendia fornecer uma visão geral mais ampla de uma campanha de pressão econômica contra o Irã, que ele e Trump descreveram como um “Dia D econômico”, e deixaria claro para os países que eles devem se aliar aos EUA ou correm o risco de ter empresas e entidades importantes excluídas do sistema financeiro baseado no dólar.

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Alexandre
Alexandre
17 dias atrás

Como é que vocês se prestam a isso? Isso é “jornalismo”? Os EUA violam sistematicamente Resoluções da ONU. Por que o ataque ao Irã começou? Qual foi o primeiro ato dos EUA nesta “guerra”? Não foi o bombardeio da escola de 168 meninas que foram mortas??? Que tipo de matéria é esta? Tomar partido assim destorce o propósito e credibilidade do Petronotícias. Não seria para falar de petróleo, gás e energia, negócios??? Quem é responsável por esta linha editorial????