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PROMESSA FEITA, PROMESSA CUMPRIDA. A TSEA, FABRICANTE BRASILEIRA DE INSFRAESTRUTURA ENERGÉTICA, JÁ ESTÁ OPERANDO NOS ESTADOS UNIDOS

A TSEA, fabricante brasileira de infraestrutura energética, iniciou as atividades na unidade de Eden, na Carolina do Norte, com uma equipe de pós-venda dedicada aos clientes que utilizam reguladores de tensão da companhia nos Estados Unidos. A operação funciona como um repair shop, estrutura voltada a reparos e assistência técnica dos equipamentos já instalados no mercado americano. Os serviços técnicos realizados localmente devem reduzir em 60% os custos atuais com deslocamento, estadia e logísticaAlém da economia, o principal ganho está na aproximação com os clientes, que passam a contar com especialistas da TSEA dentro dos Estados Unidos.

De acordo com Emílio Mesa Júnior, gerente de qualidade da TSEA, a unidade de Eden também passa a funcionar como ponto de encontro com clientes e parceiros estratégicos, em reuniões técnicas e comerciais. “A presença local permite acompanhar melhor os equipamentos em campo e manter uma relação mais próxima com os clientes. Estar em Eden faz diferença não só no atendimento, mas também na forma como a operação é construída a partir das demandas do mercado americano.” A estratégia amplia o papel da planta, anunciada como a primeira operação industrial da TSEA nos Estados Unidos. Com investimento de US$ 25 milhões, a fábrica será dedicada à produção de reguladores de tensão monofásicos para concessionárias, cooperativas de energia e distribuidoras municipais americanas.

Da esquerda para a direita Henry Gonzalez, Thiago Saraiva Fernandes, Beto Reynaldo, Maurício Machado e  César Carvalho

A produção segue prevista para começar de forma gradual no quarto trimestre de 2026, com expectativa de geração de 160 empregos no Condado de Rockingham. A partir de outubro, a unidade de Eden também deverá iniciar a preparação de um hub técnico para instalar relés e controles usados nos reguladores de tensão, hoje fornecidos por empresas americanas. A operação seguirá o modelo back-to-back, em que os componentes passam a seguir diretamente dos fornecedores para Eden, onde serão integrados aos equipamentos da TSEA. A mudança deve reduzir custos de frete B2B, ou seja, de transporte entre empresas, e gerar economia estimada em R$ 400 mil por ano. Além do impacto financeiro, a companhia também espera ganhar tempo no processo. Hoje, o suprimento dos relés pode levar quase 100 dias. Com a operação em Eden, a expectativa é reduzir o tempo de trânsito dos materiais e melhorar o OTD, indicador que mede a entrega dentro do prazo ao cliente.

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