NAO DELETAR

SEM COMBUSTÍVEIS, SEM ÁGUA E SEM ENERGIA. A REALIDADE IMPOSTA À CUBA POR UM GOVERNO ESQUERDISTA DESDE 1959

A seguir pelo resultado das eleições, embora ainda contestado, a escolha dos eleitores  petistas por um governo de esquerda para mais quatro anos, pode confirmar a propaganda de uma  Vodka nos 90: “Eu sou você amanhã.” Direto de Cuba, a realidade nua e crua de 70 anos de um governo sanguinário esquerdista: há dias o país voltou a estar sem combustíveis e, por consequência, sem escolas, hospitais, água e energia elétrica. Neste fim de semana e até as primeiras horas desta segunda-feira (26), a situação era de um apagão que afetava de Havana à  Santiago e Matanzas à   Guantánamo.  A falta  de eletricidade também impacta o abastecimento de água em todas essas regiões e o Ministério da Educação, que  adiou o início das aulas. A crise energética cubana continua a afetar os serviços básicos. uma nova desconexão parcial do Sistema Elétrico Nacional (SEN) afetou Santiago de Cuba e Guantánamo, enquanto a falta de eletricidade afeta o abastecimento de água a 265.000 habitantes de Matanzas. O Ministério da Educação anunciou um atraso no início das aulas. Segundo a União Nacional dos Eletricistas (UNE), um “descarga elétrica na linha de transmissão Cueto-Renté” causou uma interrupção parcial do Sistema Elétrico Nacional (SEN) no sábado e nas províncias de Santiago de Cuba e Guantánamo, onde vivem quase 1,4 milhão de pessoas. Esta é a segunda interrupção parcial do sistema relatada este mês no leste do país. Cinco unidades termoelétricas estavam fora de serviço devido a avarias e outras quatro em manutenção. De acordo com a previsão, os cortes de energia durante os horários de pico de consumo podem afetar até 62% do país.

Em Matanzas, as interrupções no abastecimento de água relacionadas à falta de energia elétrica afetam 265 mil habitantes, segundo do jornalista Pedro Arturo Rizo Martínez à TV Yumurí, sobre uma reunião presidida pela vice-primeira-ministra Inés María Chapman. O programa anunciado pelas autoridades visa restabelecer gradualmente o abastecimento de água nas cidades de Matanzas e Cárdenas, bem como nas demais capitais municipais. Só não se sabe quando e muito menos como. As medidas incluem o reparo e a realocação de geradores, a conexão de estações de bombeamento à rede elétrica e a utilização de fontes de energia renováveis. Mas aqui um detalhe importante: não há peças de reposição.

Embora vários sistemas de abastecimento de água na cidade de Matanzas possuam geradores de energia de reserva, relatos indicam interrupções imprevistas no bombeamento devido às precárias condições da rede elétrica. As autoridades estão tentando  a reabilitação da linha de transmissão que abastece os sistemas Bello, San Juan e El Conde, pelo interior do país. Mas a falta de peças é decisiva.  Em Cárdenas, cerca de 24 mil pessoas que dependem do antigo aqueduto La Cueva,  estão sofrendo  Unión de Reyes, Martí, Perico, Colón, Jovellanos e Los Arabos estão entre os municípios com maiores dificuldades de abastecimento. O Ministério da Educação indicou que as escolas públicas informarão as famílias sobre os detalhes dos ajustes e as decisões relativas à organização das atividades e ao cumprimento do calendário escolar. O comunicado não especifica os horários exatos para cada escola; essas informações serão comunicadas pelas administrações escolares. Miguel Dias Canel, o ditador que está comandando o país, voltou a culpar  os Estados Unidos pela “falta de manutenção oportuna” de 11 das 15 usinas termelétricas do país, segundo seu relatório sobre o impacto do embargo.

SEM COMBUSTÍVEL

Mais escassez: o regime alerta que “não tem e não terá combustível a curto prazo”. Embora as investigações independentes indiquem que o regime cubano esteja lucrando com o combustível exportado pelos Estados Unidos para a ilha por meio de operadores privados, o Ministro de Energia e Minas, Vicente De O Levy, alertou hoje que  “o país não tem e não terá combustível em curto prazo”. Em uma reunião com trabalhadores do setor,  em Holguín, o representante do regime insistiu nos discursos sedutores do castrismo sobre a conquista da “soberania energética com uma abordagem de transição para fontes renováveis”. Ao mesmo tempo, ele se referiu ao interesse do regime em “manter o controle estatal sobre todos os recursos estratégicos e garantir que todos os resultados contribuam para uma melhoria da situação da população.“

Nesse contexto, enquanto Havana acusa Washington de tentar impor uma “dependência econômica” por meio de licenças que autorizam exportações de combustível teoricamente destinadas ao setor privado, especialistas do setor energético questionam se o volume de remessas atende exclusivamente às necessidades de empresas privadas. Para analistas e pesquisadores como Jorge Piñón, do Instituto de Energia da Universidade do Texas, a magnitude dessas importações demonstra que a estatal Unión Cuba Petróleo (Cupet) — sob sanções dos EUA — continua sendo a destinatária e distribuidora final desses recursos, sendo a única entidade com a infraestrutura logística necessária para armazenar e processar tais volumes.

No entanto, apenas dez dias atrás, depois que as autoridades federais dos EUA apreenderam 90 carregamentos de combustível nos portos de Everglades e Houston na semana passada e alegaram que seu destino era Cuba.  Embora o fluxo de combustível dos Estados Unidos para Cu a mostre uma tendência de alta,  nos últimos meses, principalmente por meio de compras gerenciadas por agentes privados, o funcionário ressaltou que “a quantidade que entra no país não cobre nem 3% de suas necessidades de combustível”. Esse número indica que as vendas acumuladas entre janeiro e agosto estão se aproximando de US$ 232 milhões. Havana, no entanto, continua a usar a escassez de combustível para perpetuar sua narrativa de ser uma boa vítima e obter vantagens políticas com a situação. Nesse contexto, os cubanos se perguntam de onde vem o combustível para as viaturas e caminhões da polícia que mobilizam agentes durante os frequentes protestos dos moradores contra os intermináveis ​​apagões, ou para os veículos oficiais e usinas de energia que abastecem hotéis e prédios governamentais.

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Ronaldo Garcia
Ronaldo Garcia
18 horas atrás

O título deveria ser “A REALIDADE IMPOSTA À CUBA POR UM BLOQUEIO ECONÔMICO DOS EUA DESDE 1959”. Tudo que Cuba vive hoje é culpa dos EUA. Esse é o verdadeiro terrorismo de Estado. E tem gente defendendo entregar o Brasil para os EUA votando em candidato miliciano. Graças a Deus, a democracia venceu e podemos respirar tranquilos por mais 4 anos.
Viva Lula! Viva o Brasil!

Tavares
Tavares
42 minutos atrás
Responder para  Ronaldo Garcia

Cuba, Coreia do Norte, China pré-capitalismo de Estado, União Soviética, Camboja, Venezuela, .. Quer que liste mais exemplos? Onde vai o comunismo e socialismo, vem a pobreza, a fome, doenças, perseguição e a supressão total das liberdades individuais.