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SEM COMBUSTÍVEL, CUBA FICA ISOLADA, POPULAÇÃO SOFRE SEM ÁGUA, ENERGIA E ALIMENTOS E AINDA É AMEAÇADA DE PRISÃO, MAS LULA ACUSA TRUMP

Enquanto a população cubana está comendo o pão que o diabo amassou pela incompetência do governo comandado pela ditadura castrista, o presidente Lula, um dos grandes defensores do regime cubano, ao invés de ações efetivas que possam levar algum alento para aquele país, fazer um gesto de solidariedade, como a presidente do México, Claudia Scheinbaum,  que prometeu enviar mantimentos para os cubanos, opta por provocar, desafiar, ofender e ironizar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como se a administração de Cuba fosse responsabilidade dele. A realidade nua e crua é que, obviamente, se pode ver que a salvação do comunismo cubano está no capitalismo americano. Cuba hoje é o exemplo mais claro de que o comunismo só leva “igualdade, prosperidade e liberdade” a quem pertence a cúpula do poder. Para eles, como se pôde ver também na Venezuela, não falta nada e sobra riqueza. Cuba está às escuras, sem combustível, isolada, sem alimentos, sem água, sem medicamentos, sem hospitais, com a população usando madeira para cozinhar o que ainda resta. A realidade de hoje é que Cuba está de volta à Era da Pedra Lascada. Tudo isso acontecendo e Lula fazendo piada, se comparando a Lampião, um bandido sanguinário, agressor de mulheres e subserviente aos coronéis da época. Ele usou a imagem de Lampião para tentar se mostrar forte e intimidar Donald Trump. Uma piada que só a plateia obediente e temerosa que está sempre sentada nos palanques, intimidada, esbanja sorrisos amarelos e palmas imerecidas. Lampião, para lembrar, foi caçado, morto e degolado.

Diaz-Canel e Raul Castro, irmão do ditador Fidel Castro

O Ditador cubano, Miguel Diaz-Canel, usou bravatas no início da crise, acreditando em apoio internacional: “ Cuba quer negociar, mas no mesmo patamar, sem aceitar a interferência em assuntos internos,” dizia. Hoje, ele diz: “Somos um país de paz. Não representamos uma ameaça para os Estados Unidos.” Segundo o presidente Trump, os Estados Unidos estão em negociações avançadas com autoridades do governo cubano, enquanto exercem pressão máxima sobre a ilha. “Estamos conversando com o pessoal de Cuba, as pessoas mais importantes de Cuba, para ver o que acontece. Acho que vamos chegar a um acordo com Cuba.” A mídia esquerdista está levantando a hipótese do Secretário Marco Rubio estar “enganando o presidente”, dizendo que há negociações, mas que elas não estariam acontecendo na verdade. Questionado sobre o fato de Rubio estar fazendo isso, o gabinete de imprensa do Departamento de Estado manteve a afirmação de que tais negociações estão de fato ocorrendo, encaminhando um comentário de um funcionário do governo: “Como o Presidente afirmou, estamos conversando com Cuba, cujos líderes deveriam chegar a um acordo. Cuba é uma nação em crise, cujos governantes sofreram um grande revés com a perda do apoio da Venezuela e com o México interrompendo o fornecimento de petróleo.” Mesmo assim, alguns analistas de jornais ligados à esquerda, dizem que “A declaração não apresentou nenhuma prova de que as negociações estejam ocorrendo, não citou nenhum funcionário participante, nenhuma data de reunião, nem identificou um local onde as supostas negociações estariam acontecendo”. O que se pretende é jogar Trump contra Rubio.

Diaz-Canel  disse que Cuba está disposta a ampliar o escopo das negociações, afirmando que o país “rejeita firmemente ser retratado como uma ameaça à segurança dos Estados Unidos. Nunca se envolveu em ações hostis contra esse país, nem permitirá que seu território seja usado contra qualquer outra nação. Cuba, pelo contrário, está preparada para retomar e ampliar a cooperação bilateral com os Estados Unidos no enfrentamento de ameaças transnacionais compartilhadas, defendendo inabalavelmente sua soberania e independência.” O Representante Permanente de Cuba na ONU, Ernesto Soberón Guzmán(esquerda), afirmou que Cuba ficaria feliz em trabalhar com Trump em questões como imigração, combate ao narcotráfico, pesquisa na área da saúde. A principal preocupação de Cuba é uma  ordem executiva  emitida em 29 de janeiro pelo presidente Donald Trump, que ameaça impor pesadas tarifas a “qualquer outro país que, direta ou indiretamente, venda ou forneça petróleo a Cuba”. O México, cuja estatal petrolífera tem sido, a Pemex, tenha sido  a principal fornecedora de petróleo para a ditadura cubana,  hoje, todo fornecimento está suspenso,   deixando Cuba com reservas mínimas, com refino apenas para as forças armadas e o alto escalão da ditadura.

Sobrecarregada, com falta de combustível e obsoleta, a rede elétrica de Cuba está em colapso, enquanto o governo cubano declara publicamente que se prepara para administrar a vida no país com quase nenhuma energia. Na sexta-feira, ministros começaram a implementar um plano com  medidas incluem cortes no transporte público, corte das cotas individuais de gasolina e diminuição dos dias de aula presencial para alunos do ensino médio. Como o Petronotícias informou, as autoridades de aviação cubanas notificaram as companhias aéreas internacionais de que o país está sem combustível de aviação e que os serviços de reabastecimento para aeronaves serão suspensos por um mês, de acordo com dados da Administração Federal de Aviação (FAA). A Air Canada informou que, em consequência disso, suspendeu seus voos para a ilha. Algumas unidades de saúde também foram severamente afetadas pela escassez de combustível. Os hospitais provinciais cancelaram cirurgias e transferências de pacientes ambulatoriais. Suprimentos médicos essenciais, como analgésicos, gaze e antibióticos, também estão indisponíveis.  A escassez de combustível também afetou o abastecimento de alimentos do país. Na semana passada, os EUA doaram US$ 6 milhões em ajuda humanitária, segundo o Departamento de Estado. Os suprimentos incluem arroz, feijão, macarrão, latas de atum e lâmpadas solares, que serão entregues pela Igreja Católica e pela Cáritas. O México também está enviando mais de 800 toneladas de alimentos e produtos de higiene para Cuba, com previsão de chegada em poucos dias.

As Nações Unidas alertaram na semana passada que a “grande maioria dos cubanos” está sendo afetada por apagões rotativos e que o colapso humanitário “se agravará e, se não chegar a um colapso, ocorrerá caso suas necessidades de petróleo não sejam atendidas. Os últimos dois anos foram bastante difíceis”, disse Francisco Pichon, o mais alto funcionário das Nações Unidas em Cuba. Antes do bloqueio do petróleo, a ilha caribenha já sofria com uma economia em declínio devido à queda no setor turístico desde a pandemia de Covid-19. No ano passado, o furacão Melissa também atingiu as cinco províncias de Cuba, desalojando mais de 735 mil pessoas e destruindo casas e infraestrutura básica.  “Não há dúvida de que seria um grande benefício para os Estados Unidos se Cuba não fosse mais governada por um regime autocrático”, acrescentou Rubio. O vice-ministro das Relações Exteriores de Cuba descartou essa possibilidade: “Não estamos preparados para discutir nosso sistema constitucional, assim como supomos que os EUA não estejam preparados para discutir o seu sistema constitucional, o seu sistema político, a sua realidade econômica”, disse Carlos Fernández de Cossío.

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sidnei Hilario
sidnei Hilario
2 meses atrás

Cuba era uma colônia de plantation dos zistaduzunidus. Um puteiro a céu aberto.
Por isso houve a revolução (lá nenhuma criança dorme na rua).
Por que você acha que os zistaduzunidus têm o direito de impor sua vontade aos outros povos com mentiras?
E você engole!
Continua engolindo.
Você gosta, né?

Tavares
Tavares
2 meses atrás
Responder para  sidnei Hilario

Lá as crianças ou fogem em botes pra Florida, ou morrem tentando, ou são prostituidas pro bem e estabilidade do pobre povo que fica a merce do regime ditatorial da ilha… Melhor assim, né? Nivelar e igualar todos na pobreza, como o comunista gosta.