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TRUMP CANCELA REUNIÃO, INCENTIVA IRANIANOS A FAZER PROTESTOS, ANUNCIA QUE A AJUDA ESTÁ CHEGANDO E VÊ PETRÓLEO DISPARAR

Pelo jeito, a terra vai tremer ainda mais no Irã, com a chegada da ajuda prometida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.  Ele usou agora há pouco a sua rede social Thruth Social para dizer que a “ajuda está a caminho”. Ele disse ainda que cancelou todas as reuniões com as autoridades do país. Isso aconteceu depois que o número de mortes cresceu assombrosamente. Como o Petronotícias informou mais cedo, esse número pode passar de 12 mil mortes de homens, mulheres, jovens e crianças, assassinadas pelo regime dos Aiatolás, segundo uma ONG que trabalha diretamente no Irã.  Corpos estão empilhados em várias cidades. O número oficial de mortos, segundo o governo, é de 2 mil. Trump incentivou os iranianos a continuarem os protestos nas ruas do país. Veja o que o presidente americano disse: “Patriotas iranianos, CONTINUEM PROTESTANDO – OCUPEM SUAS INSTITUIÇÕES!!! Guardem os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um preço alto. Cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que o assassinato sem sentido de manifestantes PARE. A AJUDA ESTÁ A CAMINHO.”

O preço do petróleo disparou para o nível mais alto desde novembro, após as tarifas  de 25% com efeito imediato a todas as nações que “fazem negócios com a República Islâmica do Irã”.  Os contratos futuros do petróleo Brent estão sendo negociados a mais de US$ 64,50 (£ 47,85) nesta terça-feira (13), após uma alta de mais de 1% nas últimas 24 horas. Os contratos futuros foram negociados acima de US$ 65 pela última vez há dois meses, antes de caírem para US$ 59 em meados de dezembro. Isso significa que esta última intervenção geopolítica teve um impacto maior nos preços do petróleo   do que a captura militar do ditador venezuelano Nicolás Maduro.  

O Irã está executando por enforcamento vários jovens e mulheres em praça pública para intimidar os manifestantes contra o regime, segundo grupos de direitos humanos. O total de mortos, reportado pela Human Rights Activists News Agency, com sede nos Estados Unidos, supera em muito o de qualquer outra onda de protestos ou distúrbios no Irã em décadas, lembrando o caos que cercou a Revolução Islâmica de 1979.  O crescente número de mortos pode aumentar a pressão sobre o presidente dos EUA, para que tome medidas, após ele ter alertado o Irã de que poderia intervir militarmente para proteger manifestantes pacíficos.

O fato dele suspender a reunião que estava sendo marcada, anunciada pelo próprio Trump no domingo, deixa a entender que o Irã será atacado militarmente em pontos estratégicos, apesar do governo iraniano dizer que atacará bases norte-americanas e Israel.  O ministro das Relações Exteriores do Irã, firmou que a comunicação com Washington permanece aberta, mas reconheceu que as diferenças entre os países continuam enormes e que pode ir para a guerra. O Irã está testemunhando centenas de protestos em todas as 31 províncias nas últimas duas semanas, após o rial iraniano despencar para 1,42 milhão por dólar americano, uma nova mínima histórica, em 28 de dezembro de 2025. Há mais de 10.000  prisões, segundo grupos de direitos humanos, que afirmam que o número de mortos pode ser ainda maior, já que o regime do aiatolá Ali Khamenei isolou o mundo exterior com um bloqueio quase total da internet.

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