TRUMP DIZ TER EVITADO MAIS DE 800 MORTES NO IRÃ E QUE PETROLEIRAS AMERICANAS VÃO COMEÇAR A FURAR CAMPOS NA VENEZUELA
A bordo do Air Force Onde, de volta de Davos, o presidente dos Estados Unidos, Donad Trump, ameaçou o Irã com ataques aéreos dos caso o regime da República Islâmica realizasse os enforcamentos de manifestantes e dissidentes políticos conforme planejado. E pelo jeito, o regime dos Aitolás recuou como resultado. O presidente afirmou que seu governo está monitorando o Irã de perto. Trump também alertou ao regime iraniano de que os EUA têm “uma enorme aramada a caminho de sua direção”. Trump disse ainda que imporia uma tarifa de 25% a qualquer pessoa que negociasse com o Irã. Isso entraria em vigor “muito em breve”, alertou. Além do Irã, outras assuntos também foram temas de sua “entrevista aérea”. Ele abordou sobre a Venezuela, a Rússia e a Ucrânia, a Junta de Paz de Gaza e as eleições de meio de mandato nos EUA, que estão agendadas para o final deste ano. As empresas petrolíferas americanas começarão em breve a perfurar em busca de petróleo na Venezuela, mesmo tendo expressado preocupação com a viabilidade de um retorno rápido ao país, afirmou ele.
A Itália precisa da aprovação de seu poder legislativo para aderir à iniciativa do Conselho de Paz de Gaza”, cujo objetivo é resolver conflitos globais.
Trump também afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin, se juntará ao conselho de paz e contribuirá com US$ 1 bilhão. “Acho importante que todos participem“, disse ele a repórteres. Tanto Putin quanto o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disseram que gostariam de chegar a um acordo para pôr fim à guerra que já dura quase quatro anos, acrescentou ele. Trump também afirmou que visitará a China em abril, e o presidente chinês Xi Jinping viajará aos Estados Unidos no final de 2026. “Estou ansioso para ver o presidente Xi. Sempre tive um ótimo relacionamento com o presidente Xi da China.”
Trump afirmou que as relações entre as duas maiores economias do mundo ficaram tensas durante a pandemia de COVID, mas melhoraram significativamente desde então. Ele disse que a China agora está comprando grandes quantidades de soja americana, o que é bom para os agricultores dos EUA. Ele também afirmou que planeja participar ativamente da campanha eleitoral este ano, enquanto os republicanos se preparam para as eleições de meio de mandato em novembro. “Vou viajar bastante em campanha“, disse ele aos repórteres. O presidente também alertou que “presidentes em exercício não costumam se sair bem durante as eleições de meio de mandato”.
atribuiu um hematoma visível em sua mão esquerda ao seu alto consumo de aspirina. O hematoma apareceu depois que ele esbarrou em uma mesa no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Trump contou isso a repórteres a bordo do Força Aérea Um, quando retornava aos Estados Unidos. Segundo ele, a dosagem de aspirina que toma faz com que ele fique com hematomas com facilidade. “Dizem que se deve tomar aspirina para o bem do coração, mas não se deve tomar aspirina para evitar pequenas contusões. Eu tomo a aspirina grande”, disse. “O médico disse: ‘O senhor não precisa tomar isso. O senhor está muito saudável.’ Eu respondi: ‘Não vou correr nenhum risco.“
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou em um comunicado que Trump bateu com a mão na quina
da mesa de assinatura durante o anúncio da criação do Conselho da Paz. Quatro médicos, dois cirurgiões e dois clínicos gerais, concordaram que era possível que a aspirina tivesse contribuído para os hematomas. No verão passado, Leavitt disse aos repórteres que os hematomas nas mãos eram resultado de tantos apertos de mão. Trump, de 79 anos, é a segunda pessoa mais velha a ocupar a presidência, depois de seu antecessor democrata, o presidente Joe Biden, que desistiu da candidatura à reeleição em 2024 em meio a questionamentos sobre sua capacidade para o cargo e deixou a presidência há um ano, aos 82 anos.
TRUMP PEDE INVESTIGAÇÃO CONTRA DEPUTADA
Em uma publicação na sua rede social Truth Social, o presidente Trump pediu que as autoridades investigassem o patrimônio da deputada Ilhan Omar, alegando que ela “tem um patrimônio de mais de 30 milhões de dólares” e que “não há como tal riqueza ter sido acumulada legalmente enquanto ela recebia o salário de uma política. Ela deve ser investigada por crimes financeiros e políticos, e essa investigação deve começar AGORA!” Para lembrar, A deputada é uma das congressistas recém-eleitas a quem o republicano disse para voltar a seus países, “infestados com o crime, de onde vieram“. Apesar de não ter citado nomes, a mensagem foi claramente direcionada a quatro deputadas com agendas progressistas: Omar, Alexadria Ocasio-Cortez, Rashida Tlaib e Ayanna Pressley. Todas elas são cidadãs americanas e apenas Omar não nasceu nos Estados Unidos. Ela é imigrante da Somália. Na segunda-feira (15), Trump voltou a falar de Omar, dizendo que a deputada apoia a al-Qaeda, grupo terrorista responsável pelos ataques de 11 de setembro de 2001.
IRÃ NEGA EXECUÇÕES, MAS MORTOS PODEM PASSAR DE 20 MIL
O procurador-geral do Irã, Mohammad Movahedi Azad, afirmou que, ao contrário do que disse o Presidente Trump, de que havia interrompido as execuções de
mais de 800 pessoas no Irã, tal número não existe e nenhuma decisão nesse sentido foi tomada pelo judiciário iraniano, conforme relatado pela agência de notícias Iran International. “Eu impedi 837 enforcamentos na quinta-feira”, disse Trump à imprensa na manhã de sexta-feira(23). ‘Se vocês enforcarem essas pessoas, vocês serão atingidos com mais força do que jamais foram. Uma hora antes de essa coisa horrível acontecer, eles cancelaram“, afirmou Trump. Movahedi Azad negou veementemente as alegações do presidente e afirmou que o judiciário iraniano é completamente independente. “O presidente dos EUA disse que impediu a execução de 800 pessoas no Irã, mas isso é completamente falso.” citado pela mídia estatal iraniana. “O judiciário é uma instituição independente e não recebe ordens de estrangeiros.”
Até ontem (22) o número de mortes admitido oficialmente pelo governo iraniano era de cinco mil manifestantes. Todas as mortes podem ser consideradas violentas, provocadas por tiros a queima roupa, por snipers e mesmo por pancadas, realizadas durante as mais de 30 mil prisões realizadas. ONGs internacionais e até mesmo organizações humanitárias iranianas afirmam que o número de mortos pode passar de 20 mil pessoas, entre mulheres e 32 crianças, cujos corpos foram localizados nas 31 províncias do país. Os protestos continuam e são cada vez mais violentos.

publicada em 23 de janeiro de 2026 às 13:00 







