UM RESULTADO DE US$ 3,9 BILHÕES NO PRIMEIRO TRIMESTRE MOSTRA MUITO MAIS DO QUE UMA ALTA DE 21%. MOSTRA A FORÇA DA VALE NO BRASIL
A Vale mostra a sua força e o seu tamanho ao divulgar o balanço do primeiro trimestre de 2026, em que registrou um EBITDA de US$ 3,9 bilhões, uma alta de 21% na comparação ano/ano. A empresa apresentou uma performance operacional, com alta de vendas em todos os segmentos de negócio, beneficiada pelo aumento dos preços de seus principais produtos. Em especial na unidade de metais básicos, que inclui cobre e níquel, o EBITDA dobrou ano/ano, subindo de US$ 600 milhões para US$ 1,2 bilhão, enquanto a unidade de minério de ferro apresentou mais um desempenho sólido, com EBITDA de US$ 2,9 bilhões,e alta de 72% nos prêmios all-in trimestre/trimestre.
O presidente da Vale, Gustavo Pimenta, disse que “Entregamos um início sólido em 2026, refletindo nossa execução disciplinada, excelência
operacional e o contínuo desenvolvimento de projetos estratégicos em todo o nosso portfólio. Durante o trimestre, alcançamos recordes de produção em múltiplos ativos, demonstrando a força de nossas operações. Nosso portfólio flexível nos permitiu capturar oportunidades em um ambiente de mercado robusto, enquanto a busca contínua por eficiência de custos segue preservando nossa competitividade e construindo resiliência diante de pressões externas persistentes”.
Pimenta também reconheceu os resultados positivos da Vale Base Metals: “Continuamos a colher os benefícios de nossas iniciativas de otimização de ativos, resultando em maior produção e menores custos, enquanto nossos ativos de cobre e níquel também se beneficiam de sua natureza polimetálica. Esses resultados reforçam nossa confiança no ano que temos pela frente e nosso compromisso de gerar retornos sustentáveis de longo prazo para nossos acionistas.” A alta nas vendas no 1T26 ajudou a maximizar o efeito positivo dos preços. Na comparação ano/ano, o aumento de vendas foi de 4% no minério de ferro (mais 2,6 milhões de toneladas), 11% no cobre (mais 9 mil toneladas) e 15% no níquel (mais 6 mil toneladas), enquanto o preço realizado do minério
de ferro subiu 6% ano/ano para US$ 95,8/t. O preço do cobre avançou 48%, para US$ 13.143/t, e o do níquel 6%, para US$ 17.015/t.
Mesmo com o efeito da valorização do real, o lucro líquido proforma em reais cresceu 16% ano/ano de R$ 8,6 bilhões para R$ 10 bilhões, movido pela alta expressiva do EBITDA Proforma. Em dólares, a alta foi de 29%, de US$ 1,5 bilhão para US$ 1,9 bilhão. Os investimentos de capital no trimestre chegaram a US$ 1,1 bilhão, em linha com a projeção anual de US$ 5,4 a 5,7 bilhões. O fluxo de caixa livre recorrente totalizou US$ 813 milhões, uma alta de 61% ano/ano, impulsionado pelo EBITDA Proforma mais forte. A alta se deveu ao pagamento de remuneração ao acionista no trimestre e foi parcialmente compensada pela geração de fluxo de caixa. A Vale recomprou US$ 74 milhões em ações no primeiro trimestre, o equivalente a cerca de 5 milhões de ações, como parte de seu programa de recompra anunciado em fevereiro de 2025.

publicada em 29 de abril de 2026 às 13:00 




