VIBRA CRESCE TEM UM LUCRO LÍQUIDO DE R$ 615 MILHÕES NO 4º TRIMESTRE E ENTREGA RETORNO DE 75% AOS SEUS ACIONISTAS EM 2025
Para irritação de quem era e ainda se coloca contra a privatização de ativos estatais, a Vibra divulgou seus resultados no quatro trimestre que parecem uma provocação a este grupo de pessoas: a empresa alcançou no 4T25 (vs 4T24) um volume de 9.500 mil m³ (+5,4%), representando um crescimento de 0,8 p.p. no market share, chegando a 22,0%, um Ebitda Ajustado de R$ 2.620 milhões (+100,5%), resultando em uma Margem Ebitda Ajustada de R$ 251/m³ e Margem Ebitda Ajustada Recorrente de R$ 167/m3. Além disso, a companhia atingiu um Lucro Líquido de R$ 679 milhões (+33,1%), gerando um Lucro Líquido Ajustado de R$ 615 milhões. A Vibra reduziu sua alavancagem para 2,4x e entregou aos seus acionistas um retorno total de 75%, mais que o dobro da média da Ibovespa, totalizando R$ 2 bi entre pagamento de Dividendos, Juros sobre Capital e Bonificação de ações. Estas informações incomodam e muito ao pessoal das estatizações em troca de empregos políticos garantidos.
Ernesto Pousada, CEO da companhia, disse que “Nossos resultados financeiros e operacionais comprovam a robustez e a capacidade de execução da
companhia. Tivemos crescimento consistente de margens a cada trimestre do ano. O 4T25 consolidou ainda a retomada do crescimento de market share e a expansão dos volumes comercializados. Alcançamos resultados consistentes em diferentes frentes.” No cenário externo, o ano de 2025 foi marcado por avanços no ambiente regulatório e no combate ao mercado irregular. A implementação da monofasia federal do PIS/Cofins sobre o etanol, a aprovação na Câmara dos Deputados do Projeto de Lei do Devedor Contumaz, a implementação da Solidariedade Tributária em estados estratégicos e a aprovação da nova Lei do RenovaBio contribuíram para a construção de um ambiente de negócios equilibrado, com efeitos estruturais sobre a dinâmica competitiva. “Estamos construindo um ambiente de negócio mais íntegro e equilibrado. Quem não paga imposto e quem adultera o produto cria um ambiente artificial de competição. Isso destrói margens, desorganiza o mercado e penaliza diretamente tanto quem atua dentro da lei quanto consumidores”, diz Pousada.
Além de apresentar um crescimento bruto dos volumes de vendas no 4T25 (+7,2% vs 4T24), a Vibra também obteve um crescimento de 11% no Volume Médio Mensal (VMM) no trimestre, somado a isso, a Companhia atingiu um embandeiramento recorde com a inclusão de 404 novos postos em sua base. A estratégia combinou a ampliação de volumes na rede, aliada ao fornecimento seletivo a postos bandeira branca estratégicos, formando um pipeline natural para futuras conversões. O B2B apresentou, no último trimestre de 2025, um crescimento de 2,3% do volume total vendido ao comparar com o mesmo período do ano anterior. O fortalecimento do cross-sell e a ampliação do mix de produtos, incluindo combustíveis, lubrificantes e soluções de maior valor agregado como o Diesel Grid e o Agritop – que representam 20% das vendas de produtos premium – contribuíram para maior fidelização, sinergias comerciais e aumento da margem. No segmento de Aviação, a Vibra comercializou
1,2 milhões de m³ de QAV e realizou a primeira operação de SAF (Sustainable Aviation Fuel) na Bahia. A infraestrutura logística da Vibra continuou a exercer papel central na sustentação da eficiência operacional e da competitividade da companhia. A automação de processos e aplicação de ferramentas de para planejamento, roteirização e tomada de decisão avançaram significativamente, o que permitiu ganhos relevantes de produtividade e redução de custos.
Em 2025, a Vibra registrou o maior volume de vendas da história de Lubrax. A Margem Ebitda da empresa neste segmento segue crescendo na casa de dois dígitos. Na comparação entre o 4T25 e o 4T24, o crescimento de volume foi de 12% e, na comparação ano a ano, também foi de 11%. A criação da Unidade de Negócio focada em lubrificantes, o rebranding da marca Lubrax eleita pelo nono ano consecutivo como Top Of Mind, a expansão e modernização de sua fábrica que é a maior da América Latina e o recorde de volumes comercializados reforçaram a importância deste segmento como um pilar estratégico de crescimento para a Vibra. Em 2026, a estratégia inclui ampliar o portfólio premium, elevar a ocupação da fábrica e fortalecer presença em concessionárias e montadoras.

publicada em 12 de março de 2026 às 16:00 




