O IRÃ ATACA BASE AÉREA AMERICANA NO KUWAIT ENQUANTO O ABRAHAM LINCOLN CHEGA ÀS FILIPINAS PARA FOLGAS DE 5 MIL SOLDADOS
O Irã voltou a atacar bases militares dos EUA no Kuwait com mísseis e drones em meio à continuidade do conflito. Fontes locais disseram que uma base americana no Kuwait havia sido atingida, alegando que fumaça estava saindo do local. Nem os EUA nem o Kuwait confirmaram tais relatos. As forças armadas do Kuwait confirmaram, em uma publicação no Twitter na manhã desta quinta-feira (3), que as defesas aéreas do país estão enfrentando ataques hostis de mísseis e drones provenientes do Irã. “Solicita-se a todos que cumpram as instruções de segurança emitidas pelas autoridades competentes”, pediram as autoridades As Forças Armadas do Kuwait afirmaram em sua postagem no X: “Se forem
ouvidos sons de explosão, são resultado da interceptação de ataques hostis pelos sistemas de defesa aérea.” O preço de Petróleo Brent tee uma elevação e está sendo cota quase a US$ 96. No fechamento anterior ele chegou a bater US$ 95,63.
Pouco depois do início dos ataques dos EUA o porta-voz militar iraniano, Ebrahim Zolfaghari (direita) declarou em uma publicação no Twitter que o Irã “não exercerá mais contenção em relação ao Bahrein e ao Kuwait”. O Irã lançou ataques retaliatórios contra bases americanas durante a madrugada. Sirenes soaram no Kuwait enquanto as defesas aéreas do país enfrentavam ataques de drones hostis, “na sequência da agressão iraniana”, disse o exército do Kuwait em uma postagem no X . Sirenes também soaram no Bahrein, após as ameaças iranianas, com o Ministério do Interior do Bahrein anunciando “um alerta de potencial ameaça” no país.
ATIRANDO COM OUTRAS ARMAS
Enquanto isso, a tripulação do USS Abraham Lincoln recebe seu primeiro dia de folga depois de 286 dias no mar em meio a uma missão prolongada no Oriente Médio. Por enquanto homens e mulheres terão outras armas à disposição para atirar …O navio apresentava significativa ferrugem superficial, enquanto relatos de problemas de saúde mental e deterioração das condições a bordo aumentaram nos últimos meses. O Porta-Aviões já está atracado no leste da Tailândia. Marinheiros e fuzileiros navais vestindo roupas civis, muitos sorrindo e acenando, embarcaram em vários ônibus e chegaram horas depois a um hotel na cidade turística de Pattaya, a cerca de 150 km (93 milhas) a sudeste de Bangkok. Tudo, cada detalhe, tem que ser planejado.
Na véspera da chegada do Lincoln, os vendedores ambulantes de Pattaya, perto da zona de vida noturna “Walking Street“,
estavam entusiasmados com a perspectiva de um aumento nas vendas. “Nossa chegada a Laem Chabang proporciona uma oportunidade bem merecida para que nossos marinheiros e fuzileiros navais descansem e recarreguem as energias“, disse o comandante do Grupo de Ataque de Porta-Aviões 3, Contra-Almirante Robert Loughran, em um comunicado. “O que este grupo de ataque realizou é verdadeiramente histórico. Não poderia estar mais orgulhoso do profissionalismo e da experiência excepcionais demonstrados por cada membro desta equipe durante as nossas operações.”
Shakeira Fairfax chegou de avião de Nova Jersey e estava esperando do lado de fora do hotel em Pattaya para encontrar sua filha de 25 anos, Jade, que faz parte da tripulação do navio Lincoln. Ela explicou que houve momentos durante o longo período de serviço após o início da guerra com o Irã em que o moral estava baixo, o contato era limitado e ela temia pela
segurança de sua filha. E embora se espere que a tripulação descanse enquanto o navio passa por manutenção, o Pentágono planeja estender o destacamento no Oriente Médio, até pelo menos 2027. Fontes afirmaram que a presença militar tem como objetivo preservar a capacidade do presidente Donald Trump de escolher entre manter a pressão econômica, optar por operações militares limitadas ou por uma escalada mais ampla do conflito.
Alguns assessores alertaram Trump de que expandir o conflito para além das recentes trocas de ataques poderia prejudicar os candidatos republicanos nas eleições de meio de mandato de novembro. Trump tem insistido que as considerações eleitorais não guiam suas decisões militares. A decisão também surge em meio de problemas na cadeia logística de
abastecimento das tropas no Oriente Médio, com ataques a bases críticas na região forçando os EUA a usar rotas navais para missões de reabastecimento.
Segundo o relatório, as operações na região exigem cerca de 420 mil refeições por semana, que são levadas aos soldados utilizando cerca de 30 milhões de litros de combustível. O relatório observou que os ataques a uma importante base logística no Bahrein forçaram os EUA a usar a ilha de Diego Garcia (localizada a cerca de 3.500 quilômetros da zona de conflito) e Singapura (a 6.000 quilômetros de distância) como pontos logísticos.

publicada em 3 de setembro de 2026 às 11:00 





