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AS BRAVATAS DE LULA CONTRA O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DEIXARAM ECONOMIA BRASILEIRA SOB ALTO RISCO COM SINAIS DE PIORA

Centro do Rio de Janeiro. Parece um momento de domingo, mas é a realidade do dia a dia com centenas de lojas fechadas

O Brasil de mau à pior. a realidade da nossa economia, por mais que tentem colocar panos quentes e “sensações” que não refletem a realidade, a agua já está passando do pescoço. O setor empresarial brasileiro enfrenta um cenário de forte pressão em 2026. Entenda como isso é ruim.  Não é de hoje que o Brasil enfrenta problemas sérios em seu setor econômico, e, de acordo com informações da Serasa Experian e do Monitor RGF, o país bateu recordes, com empresas enfrentando dificuldades para manter o caixa e conseguir honrar seus compromissos. O cenário financeiro se agravou ao longo do primeiro semestre de 2026, durante o governo do presidente Lula,  em meio a um ambiente marcado por juros elevados, crédito mais do que escasso,  aumento da carga tributária e sem investimentos em infraestrutura.

A combinação desses fatores tem ampliado a pressão sobre empresas de diferentes setores e dificultado a manutenção das operações. Em junho, o número de empresas com processos ativos de insolvência chegou a 7.980 CNPJs, uma alta de 21,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O dado evidencia o avanço das dificuldades enfrentadas pelo setor empresarial e coloca a insolvência entre os principais sinais de alerta para a economia brasileira. A inadimplência também atingiu patamares expressivos. Estimativas apontam que entre 8,9 milhões e 9 milhões de empresas estavam inadimplentes, revelando uma situação de forte pressão financeira sobre o setor produtivo.

A falta de sustentabilidade das contas públicas atinge diretamente a vida das pessoas com efeitos negativos.  A perda do poder de compra, os juros elevados, desaquecimento, desemprego e falta de recursos para serviços públicos. Em algum momento, esses efeitos chegam à população. O governo ficou sem R$ 105 bilhões para o pagamento de diversas despesas, principalmente na Saúde e na Educação. Na prática, significa que o Lula ficará sem dinheiro para o pagamento de medicamentos, cirurgias no SUS e material escolar. Um exemplo perfeito de como a responsabilidade fiscal é essencial e fundamental para os serviços sociais. O orçamento do governo é escasso e as necessidades são ilimitadas. É por isso que não existe responsabilidade social sem responsabilidade fiscal.

RECIPROCIDADE

Na verdade, o governo parece um cachorro caído de um caminhão de mudanças, olhando ara todo lado, sem reconhecer a paisagem. O Presidente  Lula ainda achando que as bravatas que insiste em desafiar o poder dos Estados Unidos,  que roçam a barra do ridículo, funciona para a sua política interna e para a eleição.  Só engraçado e recebe palmas, invariavelmente, da turma dos eventos que ficam a sua volta batendo palmas, sem sequer entender a profundidade e o mal que está causando para a economia do próprio país. Se ele diz bravatas, o tarifaço é de 37,5 %. Se não diz, é do mesmo tamanho. O silêncio e a diplomacia em casos assim é que devem ser experimentados.

Hoje (14) o governo brasileiro notificou os Estados Unidos  para informar que iniciará o processo que aplica Lei da Reciprocidade contra as tarifas. Nessa primeira fase, o Brasil solicita análises diplomáticas antes da aplicação em si. A legislação permite ao Brasil adotar contramedidas comerciais e diplomáticas proporcionais quando países ou blocos econômicos impuserem barreiras consideradas injustificadas aos produtos brasileiros. Estão previstas a limitação de importações de bens e serviços, a retaliação direta

Sem dinheiro para a saúde, a tendência é ver este sofrimento em hospitais públicos aumentar por falta de atendimentos

por meio de tarifas, a reavaliação de obrigações em acordos de propriedade intelectual e a suspensão de concessões comerciais e de investimentos. Mas é este o caminho? Resolverá a nossa economia?

Para lembrar, no último dia 15 de julho, a Casa Branca anunciou uma nova alíquota de 25% sobre os produtos brasileiros, atingindo cerca de 18% das nossas exportações para os Estados Unidos EUA, ou algo como US$ 7,4 bilhões (R$ 38 bilhões) em mercadorias. Como o governo não produz uma palha, esse prejuízo é das empresas que produzem determinados produtos e serviços.  Na semana seguinte, o governo americano aplicou ainda outra tarifa contra o Brasil, desta vez de 12,5%,   por leniência no combate à importação de produtos produzidos com trabalho escravo. Para certos produtos, as taxas são somadas e chegam a 37,5%.

O Brasil real onde a educação nunca é a prioridade. A propaganda do governo, sim

Em uma trecho de uma nota, o governo brasileiro  disse que “Continuaremos a defender o multilateralismo e a reforma da Organização Mundial de Comércio, e seguiremos trabalhando pela diversificação de parcerias comerciais e abertura de novos mercados para nossos produtos. Manteremos medidas de proteção aos setores afetados pelas tarifas por meio do Plano Brasil Soberano, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional.” Soberano? Até para fazer campanhas políticas nas comunidades do Rio de Janeiro, os políticos que quiserem, precisam pagar taxas aos traficantes. Seja do PCC, seja do Comando Vermelho. Se isso é soberania do Estado, então é preciso muita compreensão para se aceitar esta passividade. A lei da reciprocidade que é a base que Lula quer “punir” dos Estados Unidos, por ser responsável por sanções mais graves americanas, acabando com o que ainda resta da “boa sensação”, que analistas ligados ao consórcio de imprensa sente no próprio bolso.

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