AS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS VIVERÃO UM GRANDE DILEMA SE OS ESTADOS UNIDOS CONSIDERAREM PCC E CV COMO TERRORISTAS

Os comandantes das forças militares poderão ter que viver o maior dilema da vida deles. E a tropa, o que pensa?
O Brasil terá sérias dores de cabeça, principalmente o setor militar, se realmente o legislativo norte-americano confirmar o desejo do governo Donald Trump de considerar as organizações narcotraficantes brasileiras, PCC e Comando Vermelho, como grupos terroristas. E isso poderá se tornar realidade em poucos dias, depois da votação do tema pelo congresso dos Estados Unidos. Na prática, será a reprovação clara de que a política implementada pelo governo Lula, que vai de mal à pior para o Secretário de Estado Marco Rúbio. Na prática será o símbolo de que na prova de “química” de Lula com Trump, o presidente brasileiro nem em recuperação ficou. Estará indo direto para a prova de “física” e “matemática” grau engenharia: “cálculos.” Parece bem óbvio que ele será reprovado mais uma vez.
O atual Ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, está tentando convencer ao governo dos Estados Unidos que o PCC e o Comando Vermelho, não são
tão perigosos assim, na visão do governo brasileiro. Uma visão que só é comungada pelo governo Lula. O que ainda não se sabe é a posição das Forças Armadas brasileiras. Ainda esperamos um posicionamento do Ministério da Defesa, que foi consultado e tem o espaço aberto para se posicionar. Os militares estão vivendo um dilema. Se apoiarem um velho parceiro, as forças armadas americanas, vão contra a política de defesa de narcotraficantes que é a do Comandante das Forças Armadas, o presidente da república. Depois de assistirem calados Lula defender os terroristas do Hamas, Hezbollah e Houthis, agora estão comendo mais um sapo, vendo o seu comandante passar a mão pela cabeça de bandidos narcotraficantes e assassinos. E o que farão, caso os Estados Unidos autorizarem a invasão do território brasileiro em busca de prender ou aniquilar os membros do PCC e do Comando Vermelho? Entrar em conflito com os soldados americanos ou fingir que não viu e bater continência para os militares americanos? É um grande dilema.
O presidente Lula deve acreditar que proteger, passar a mão na cabeça de bandido, traficante e assassino, deve ser uma boa política para a sociedade brasileira. Bastava uma conversa com qualquer familiar de quem sofre com o vício da cocaína, do Crack, para que ele tivesse uma noção real do drama, do sofrimento de uma família despedaçada quando vive um problema parecido. Da boca pra fora, em seus comícios esquerdistas, ou nas reuniões que costuma ter a liderança no Foro de São Paulo, Lula despreza a família. Nem se indigna quando o próprio filho, Lulinha, aparece como um dos acusados pelos roubos de velhos aposentados que trabalharam a vida inteira acabam tendo parte de seu soldo desviado por inescrupulosos, desonestos, pilantras, ladrões. Lula diz que só olhou olho no olho do filho e disse. “Se você estiver envolvido, vai ter que pagar.” Desde então, Lulinha correu para a Espanha e está lá até hoje. Por aqui, ele conta com parte do Supremo para defendê-lo de mostrar o seu movimento bancário.

Os Estados Unidos se transformaram na esperança da sociedade brasileira para combater o narcotráfico
Quem vive no Rio de Janeiro, sente mais de perto a violência com que a população é tratada pelos bandidos que formam o Comando Vermelho e o PCC. A população vive amedrontada, quase em pânico. As ações do governo dos Estados Unidos através da Administração do presidente Trump, trouxe um esperança de que algo pode mudar. Os americanos, depois de formarem um “Escudo contra o Narcotráfico” numa reunião inédita de doze presidentes de países da América Latina, sábado (7) em Miami, avaliaram que o PCC e CV são considerados terroristas. Mas aí surgiu um outro escudo. Meio óbvio, é claro, mas um escudo. Um escudo do próprio presidente brasileiro, que não quer reconhecer esses dois grupos de bandidos sanguinários sejam terroristas. Para quem considera o Hamas, o Hezbollah e os Houthis, financiados pelo Irã como amigos, não considerar o PCC e o CV como terroristas, é simples.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, tem a meta agora de convencer Marco Rubio, de não enquadrar as organizações terroristas nascidas no Brasil como organizações terroristas. De todos os países da América Latina que nem foram convidadas estão: Brasil, Venezuela, Colômbia, México, Uruguai, Nicarágua, Peru e Cuba. Todos de influência da esquerda. No foco de Washington, estão as principais organizações com raízes no Brasil e operação continental, além de elos na Europa, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

Javier Miller, da Argentina, e o Presidente Nayb Bukele, de El Salvador, a linha de frente do apoio a Trump no Programa Escudos
A burocracia estatal americana já encaminhou a documentação para que ambas facções brasileiras sejam designadas como grupos terroristas, o que poderia ocorrer em duas semanas. O processo de classificação passa por diferentes agências, como os departamentos de Estado e do Tesouro. O telefonema ocorreu no fim de semana, depois da reunião de Trump com presidentes latino-americanos na Flórida, na qual ele discutiu operações de combate ao crime organizado. Lula, que teria um agenda com Trump este mês, sequer foi convidado. Foram discutidos na conversa aspectos da cooperação judicial e o tema do crime organizado.
Integrantes do governo brasileiro temem que a classificação possa dar verniz legal a intervenções militares na América Latina, e lembram da “Operação Maduro.” Os EUA empregaram uma força aérea e naval militar numa suposta operação contra cartéis de drogas venezuelanos. Além disso. A discussão sobre considerar PCC e CV como grupos terroristas ganhou corpo no ano passado e pautou debates no Congresso Nacional, com clara adesão de parlamentares de direita e de oposição a Lula.

publicada em 10 de março de 2026 às 12:00 







As forças mal armadas não irão enfrentar dilema; continuarão a puxar o saco do mandante como faziam os milicos no 3º Reich.