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BRASIL BUSCA SOLUÇÕES MILITARES NUMA DAS MAIORES FEIRAS DE DEFESA REALIZADA NOS EMIRADOS ÁRABES UNIDOS

Abu Dhabi está se transformando em um centro dos maiores negócios de quase todos os segmentos da indústria mundial, inclusive de defesa.   O Ministério da Defesa, por exemplo,  representado pela Secretaria de Produtos de Defesa (Seprod), participou  na feira internacional Unmanned Systems, Simulation and Training (UMEX & SimTEX 2026), no Centro Nacional de Exposições de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos (EAU), uma das principais vitrines globais para o setor de sistemas não tripulados, se não já a maior do ponto de vista internacional. Organizado pelo Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos. O evento foi um espaço para apresentar as últimas inovações em drones, robótica e sistemas não tripulados aplicados à defesa. Além da exposição de equipamentos, o cronograma incluiu workshops e sessões informativas sobre tendências e melhores práticas operacionais, reunindo um público diversificado que incluiu delegações militares, acadêmicos e grandes empresas do setor de defesa.

A presença brasileira teve como objetivo projetar a Base Industrial de Defesa (BID) nacional em um mercado de alta tecnologia. Durante o encontro, a comitiva da Seprod participou de reuniões, debates e apresentações, buscando estabelecer contatos com autoridades, fabricantes e especialistas internacionais para fomentar novas oportunidades de negócios e colaborações estratégicas para o Brasil. O Diretor do Departamento de Promoção Comercial da Seprod, General de Divisão Helder de Freitas Braga, destacou o benefício desse encontro. “Verificou-se diversos produtos de alta tecnologia e de alto valor agregado, dentro do que há de mais moderno e atual no mundo, um conhecimento importante para o trabalho da Seprod de fomento à BID.

A relação entre os dois países é reforçada por meio do Grupo EDGE, estatal de defesa dos Emirados Árabes, que tem realizado investimentos significativos no Brasil, adquirindo e estabelecendo parcerias com empresas da BID. Esses aportes auxiliam e viabilizam o desenvolvimento, produção e comercialização de produtos brasileiros. Entre os movimentos, destaca-se o investimento em empresas como a SIATT, especializada em mísseis, e a Condor, voltada para tecnologias não letais. Essas transações entre o Brasil e os EAU são sustentadas por meio de acordos bilaterais, tendo como marco o Acordo de Cooperação no Campo da Defesa, promulgado em 2018, que estabeleceu as bases jurídicas para o aprofundamento dos laços militares e tecnológicos entre as duas nações.

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