CUBA VIVE UM APAGÃO TOTAL COM PAÍS NAUFRAGANDO EM TEMPO REAL COM O CAPITÃO SE RECUSANDO A SALVAR A TRIPULAÇÃO
Cuba está enfrentando um apagão em toda a ilha, em meio ao agravamento de seus problemas energéticos e econômicos. O Ministério da Energia de Cuba afirmou estar investigando um apagão total da rede elétrica. Na sexta-feira, o ditador Miguel Díaz-Canel disse que Cuba não recebia importações de petróleo há mais de 90 dias. Díaz-Canel afirmou que o país passou a utilizar energia solar e outras fontes alternativas, o que é absolutamente insignificante diante das necessidades. Os moradores de todas as regiões estão sofrendo com o apagão generalizado. Milhões de pessoas estão no escuro. Autoridades cubanas atribuíram a crise energética do país ao bloqueio
petrolífero imposto pelos Estados Unidos. Em janeiro, logo depois de prender Nicolás Maduro, Trump ameaçou impor tarifas a qualquer país que vendesse ou fornecesse petróleo a Cuba. A Venezuela chegava a fornecer metade do petróleo consumido por Cuba antes de janeiro, quando as forças americanas prenderam o ditador venezuelano.
Díaz-Canel confirmou que autoridades americanas e cubanas iniciaram discussões sobre o fim do bloqueio. No entanto, o presidente Donald Trump declarou recentemente que Cuba está prestes a entrar em colapso e que estaria disposto a fechar um acordo com os Estados Unidos. A atual crise energética em Cuba levou a protestos no país que hoje entraram no 11º dia. Os manifestantes danificaram um prédio do Partido Comunista após um protesto contra os apagões e o aumento do preço dos alimentos. As autoridades prenderam pelo menos cinco pessoas em Morón, Cuba, após alegarem que manifestantes danificaram escritórios na cidade
Os Estados Unidos disseram que o ditador sanguinário Miguel Díaz-Canel deve sair do governo. Washington condiciona a renúncia do líder cubano a possíveis avanços
nas negociações. O governo Trump disse a Havana que a saída de Díaz-Canel é um passo necessário para alcançar um progresso significativo nas negociações bilaterais em curso. Washington deixou claro aos negociadores cubanos que o líder “deve sair”, embora tenha evitado enquadrar a exigência como um ultimato formal, apresentando-a, em vez disso, como “um passo positivo que abriria caminho para acordos produtivos”. A eventual saída de Díaz-Canel representaria uma significativa reviravolta política, embora “mais simbólica do que substancial“, já que não implicaria o desmantelamento da atual estrutura de poder. De fato, os Estados Unidos não pressionariam por ações contra membros da família Castro, que continuam sendo “os principais atores do poder” na ilha. Fontes indicaram que essa abordagem é
consistente com a estratégia da Casa Branca de “forçar a submissão do regime em vez de promover uma mudança de regime“. Nesse sentido, o governo Trump buscaria combinar uma abertura econômica gradual, “preparando o terreno para um Estado cliente,” com vitórias políticas que o presidente pudesse apresentar ao público americano.
Em Washington, alguns funcionários consideram Díaz-Canel um “linha-dura” improvável de apoiar transformações estruturais, o que reforça a ideia de que sua permanência no poder dificulta possíveis acordos. Por essa razão, os Estados Unidos afirmaram que “não pode haver acordo com ele no comando”. Fontes também indicaram que os negociadores americanos buscam a saída de outros funcionários veteranos comprometidos com o legado de Fidel Castro, bem como a
libertação de presos políticos, um objetivo de longa data da política americana em relação a Cuba. Do lado cubano, interlocutores teriam reconhecido que a “presidência” de Díaz-Canel “tem sido problemática“, embora enfrentem o desafio de orquestrar qualquer transição sem dar a impressão de que Washington está ditando decisões internas.
O relatório acrescenta que, paralelamente, o governo Trump intensificou a pressão econômica, incluindo o embargo às importações de petróleo, numa tentativa de enfraquecer o governo cubano. Além disso, uma das fontes observou que figuras ligadas ao círculo familiar de Castro, como Raúl Guillermo Rodríguez Castro, neto de Raul Castro, Coronel do Exército, poderiam manter poder real nos
bastidores, mesmo que um novo presidente assuma formalmente a presidência. De Havana, Díaz-Canel reconheceu pela primeira vez as negociações com Washington e culpou o embargo americano pela crise energética. “A culpa é do embargo energético que nos foi imposto“, afirmou. Para alguns analistas, a possível destituição também responde a uma lógica interna do sistema. O ex-funcionário americano Ricardo Zúñiga declarou: “O capitão afunda com o navio, e este navio está afundando”, ressaltando a natureza descartável do líder. Outras vozes consideram esse cenário insuficiente. A socióloga Marlene Azor Hernández opinou que a mudança deveria se estender “a todo o Bureau Político do Partido Comunista e à GAESA“, descrevendo Díaz-Canel como “uma figura completamente manipulada”. Apesar das manobras em curso, o jornal alerta que não está claro quem substituirá o líder, embora o regime pareça estar dando maior visibilidade a potenciais candidatos em meio a um processo que, se concretizado, não alteraria substancialmente as estruturas de poder em Cuba. Donald Trump afirmou que teria “a honra de assumir o controle de Cuba” e que o país está muito fragilizado após ter sido governado com grande violência pelo castrismo. Em outra referência ao tema, que ele já abordou quase uma dúzia de vezes neste mês, declarou que Cuba “é uma nação falida. Não tem dinheiro, não tem petróleo, não tem nada“, acrescentando que a ilha possui “boas terras”, “paisagens belíssimas” e “pessoas maravilhosas”.

publicada em 17 de março de 2026 às 18:00 






E impressionante como as pessoas não conseguem ver o mal que essa ditadura cubana faz aos seus cidadãos. Está nomppder há 67 anos e ainda falta ovo, pão, alimento, água, energia. O país vive ainda não idade da pedra. E os esquerdopatas falam em estadunidense… pelo amorenes Deus, acorda. As Mansões foram todas tomadas Dos antigos proprietários serve hoje aos líderes da ditadura, que detém 40 Por cento das RiqueAs que dão lucro em Cuba. Veja se falta alguma coisa para esta corja miserável.? Acordem.. falam em exportar Médicos. Aquela ilha nem Lâmpada tem, quanto Mais equipamentos médicos, remedios. ACORDEM.… Leia mais »