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EXECUTIVA DA PRIVATE ENGENHARIA DESTACA A IMPORTÂNCIA DA MANUTENÇÃO PREVENTIVA COMO FATOR DE ECONOMIA NO ÓLEO E GÁS

A Private Engenharia e Soluções participou da programação da São Mateus Óleo, Gás e Energia, evento realizado no Clube dos Empregados da Petrobrás (CEPE), no Espírito Santo. Durante o encontro, a diretora executiva da companhia, Gabriela de Moraes, conduziu um painel dedicado à segurança operacional e à mudança de cultura nas operações do setor de óleo e gás. A executiva destacou que a segurança operacional precisa ser tratada como um tema permanente dentro das operações industriais, não apenas em momentos de resposta a incidentes. “Segurança operacional não pode ser uma pauta reativa. Ela precisa estar presente de forma contínua nas operações, com uma abordagem preventiva e estruturada.

Durante a apresentação, Gabriela trouxe dados recentes do setor para contextualizar os impactos econômicos associados a falhas operacionais. Segundo números apresentados no painel, em 2024 foram registrados mais de 137 milhões em multas relacionadas a incidentes operacionais, além de mais de 150 processos sancionadores, o maior volume da série histórica. Aproximadamente 30% desses incidentes estiveram ligados a vazamentos e falhas de integridade de ativos, conforme dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Nesse contexto, a executiva destacou o papel da manutenção preventiva como estratégia de continuidade operacional. Estudos apresentados no painel indicam que programas estruturados de manutenção preventiva podem gerar redução de até 28% nos custos de manutenção, 40% menos paradas não programadas e redução de até 35% no tempo de parada operacional. “Manutenção preventiva não é apenas uma decisão técnica. Ela é, na prática, uma estratégia de continuidade de negócio. Quando a operação para, o impacto financeiro e operacional se multiplica ao longo de toda a cadeia“, afirmou.

A empresa disse que a  participação da Private Engenharia e Soluções no evento reforça a atuação no atendimento a operadoras e projetos industriais ligados ao setor de energia. Com 11 anos de atuação, a companhia opera em mais de 40 cidades e possui capacidade produtiva superior a 380 toneladas por mês, atuando em áreas como fabricação e montagem de estruturas metálicas, tubulação industrial, pintura industrial, montagem eletromecânica e gerenciamento de obras. A empresa também soma mais de R$ 500 milhões em contratos em execução no segmento onshore, atendendo diferentes projetos da cadeia de óleo e gás no país. A executiva também ressaltou que os impactos desses eventos vão além das penalidades financeiras. “Quando ocorre uma falha operacional, o prejuízo não se limita à multa. Existe perda de produção, paralisação de instalações e mobilização emergencial de equipes, o que gera um efeito cascata que afeta logística, contratos de fornecimento e metas de produção”, explicou. De acordo com ela, o tempo médio de paralisação de uma operação após um incidente pode variar entre 15 e 90 dias, período que inclui mobilização técnica, correções estruturais e liberação regulatória para retomada das atividades.

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