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IRÃ BUSCA ATAQUES A CIVIS, USA SEUS GRUPOS TERRORISTAS E LANÇA MÍSSEIS CONTRA INSTALAÇÕES DE PETRÓLEO EM ISRAEL

O Irã está levando à frente a  sua estratégia de aterrorizar o mundo através de um completo desequilíbrio na economia global, incendiando o mercado do petróleo. Depois de incentivar o grupo terrorista Houthis, do Iêmen, um satélite do terror, a tentar atacar Israel, os militares iranianos usam o que ainda restam de seus armamentos para atacar alvos civis e as instalações petrolíferas israelenses. Esta manhã, estilhaços de mísseis atingiram as instalações da Refinaria de Haifa, no norte do país, causando danos localizados e interrupções temporárias de energia, embora não tenham sido relatadas vítimas. O preço do barril de petróleo tipo Brent, referência internacional, opera em forte alta, situando-se em torno de US$ 110 a US$ 115. Essa valorização expressiva, superior a 50% em um mês. O petróleo WTI também subiu, cotado próximo a US$ 96.

Um impacto foi relatado em Haifa durante o mais recente ataque de mísseis iranianos contra Israel, com indícios iniciais apontando para um impacto ou queda de destroços na zona industrial da cidade. Segundo informações que estão sendo divulgadas, a área afetada incluiu ou ficou próxima a infraestruturas sensíveis da refinaria de petróleo de Bazan. “Equipes de busca e resgate, tanto da reserva quanto da ativa, estão a caminho de um local no norte de Israel onde foram recebidos relatos de impacto”, disseram as Forças de Defesa de Israel em um comunicado.

O Ministério da Proteção Ambiental informou que um tanque de gasolina está em chamas no complexo da refinaria, produzindo fumaça densa, mas sem risco para a população da região devido a um incidente com materiais perigosos. Posteriormente, a prefeitura de Haifa confirmou que não havia suspeita de materiais perigosos na área, nem perigo para o público. Os moradores próximos ao complexo foram orientados a fechar as janelas de suas casas e a não permanecerem do lado de fora.

No domingo(29), um míssil iraniano atingiu \a zona industrial de Ne’ot Hovav, iniciando um incêndio e potencialmente causando um vazamento de produtos químicos perigosos. O Ministério da Proteção Ambiental declarou que a possibilidade de vazamento de produtos químicos perigosos estava sendo investigada, mas que, neste momento, não havia risco previsto para as cidades vizinhas no Conselho Regional de Ramat Negev. A mídia israelense informou que uma pessoa ficou levemente ferida pela onda de choque.

CHEQUE IRANIANO

Trump ameaça operações terrestres contra Venezuela 'em breve'; China condena sanções estadunidenses | Brasil de FatoOs Estados Unidos e o Presidente Donald Trump, enquanto gasta bilhões em armamentos na guerra contra os iranianos, está certo que quem vai pagar esta conta será um cheque do governo iraniano, lastreado pelo petróleo do país persa. Em meio a negociações com o Irã para interromper a guerra do regime com Israel e Estados Unidos, Trump disse que gostaria de “tomar” o petróleo do Irã e que Washington poderá ocupar a ilha de Kharg, de onde sai 90% das vendas iranianas, estratégica para esse setor da economia do Irã. “Para ser honesto, minha ideia favorita é tomar o petróleo do Irã, mas algumas pessoas estúpidas nos Estados Unidos dizem: ‘Por que você está fazendo isso?’ Mas são pessoas estúpidas”, disse em entrevista ao jornal britânico Financial Times, publicada ontem (29). “Talvez tomemos a Ilha de Kharg, talvez não. Temos muitas opções”, disse Trump na entrevista. “Isso também significaria que teríamos que ficar lá por um tempo.” O Pentágono deve enviar mais 10 mil militares de infantaria para o Oriente Médio, contingente que seria alocado a uma distância que permita ataques ao Irã continental e à Ilha de Kharg.

ESPANHA SE COLOCA COMO EX-ALIADO

O governo esquerdista do primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, escolheu um lado no conflito que envolve Irã, Estados Unidos e Israel. Optou por apoiar os iranianos e tudo que eles defendem. A Espanha se colocou como um ex-aliado americano e decidiu fechar o espaço aéreo a aeronaves dos Estados Unidos envolvidas em operações militares contra o Irã, além de recusar o uso de bases estratégicas em seu território. O governo espanhol comunicou que aviões ligados a missões de ataque, apoio logístico ou reabastecimento em voo não poderão utilizar nem o espaço aéreo do país nem as bases de Base Naval de Rota e Base Aérea de Morón, tradicionalmente usadas por forças americanas. A restrição inclui também aeronaves destacadas em países aliados, como Reino Unido e França.

De acordo com o governo, todos os planos de voo relacionados às ações no Irã foram recusados, incluindo missões de reabastecimento, consideradas essenciais para operações de longo alcance. A decisão ocorre após semanas de negociações entre Madri e Washington sobre o papel da Espanha no dispositivo militar norte-americano na região. O veto marca uma posição incomum dentro da aliança ocidental e pode gerar atritos diplomáticos. Sánchez criticou os impactos do conflito, classificando o cenário como um “desastre absoluto”.

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Drausio Lima Atalla
Drausio Lima Atalla
1 mês atrás

Não há dúvida que se o Irã tivesse armas nucleares já teria usado. A primeira seria sobre Tel Aviv para completar o serviço de Hitler. Mas existe USA e seu Alexandre do século XXI. Já a Espanha é chegada a um Franco.

Drausio Lima Atalla
Drausio Lima Atalla
1 mês atrás

E nós estamos do lado do Irã? É isso mesmo?