STF COBRA MULTAS BILIONÁRIAS DE CAMINHONEIROS, EMPRESAS E EMPRESÁRIOS DE TRANSPORTE PARA INTIMIDAR MOVIMENTO GREVISTA
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou em março de 2026 a execução de multas que somam aproximadamente R$ 7,1 bilhões contra caminhoneiros brasileiros, empresas de transportes e empresários do setor, quatro anos depois dos bloqueios e interdições de rodovias realizados em protesto contra o resultado das eleições presidenciais de 2022. O cálculo da multa é com base no valor foi baseado em uma penalidade de R$ 100 mil por hora de interdição para cada veículo identificado. O Impacto Individual simplesmente absurdo, fora da realidade brasileira. Existem registros de pessoas físicas com multas
acumuladas de até R$ 15 milhões. A decisão (Carta de Ordem 209/2026) autorizou que a cobrança e a penhora de bens sejam realizadas pela primeira instância da Justiça Federal nas localidades onde ocorreram as infrações, ainda na administração Temer, que foi o único a enfrentar a greve dos caminhoneiros, que se tornou um dos maiores pesadelos para quem ocupa a cadeira do Palácio do Planalto.
A decisão de Moraes, é claramente intimidatória contra o atual movimento dos caminhoneiros e das empresas que estão sendo obrigadas a operar seguindo os valores do frete sem qualquer reajuste, quando o preço do diesel varia a cada momento, de acordo com a escalda da guerra no Oriente Médio. Não há outra interpretação para que este tema, que busca ajudar o governo Lula, perdido em suas ações, demonstrando falta absoluta de conhecimento do mercado, volte à pauta quatro anos depois, assim, do nada. Esta manhã (30), por exemplo, o preço do barril deu um pulo para O preço médio do diesel S10 está fora de controle. O governo nunca teve controle. Finge que tem, mas não tem. O preço
disparou 24,3% entre os dias 28 de fevereiro (dia em que começou a guerra no Oriente Médio) e 28 de março, mostram dados divulgados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). Os números mostram que o preço médio do diesel S10 foi de 6,09 reais para 7,57 reais. Já o preço máximo do diesel alcançou a marca de 9,99 reais. Esse valor é revendido no Estado de São Paulo. Já o preço mais baixo do diesel está no Rio de Janeiro, com o litro sendo vendido a 5,69 reais. A alta do preço acontece em meio a disparada de 49% dos preços do petróleo no mercado internacional devido à guerra no oriente médio.
No caso da gasolina, o aumento é de 7,9% nos últimos 30 dias desde o início da guerra, com o preço médio em 6,78 reais. São

Para atender ao governo Lula, a ANP faz o papel obtuso de fiscalizar o preço nas bombas, como se fosse acabar a influência dos mísseis da guerra no Oriente Médio. Uma ação intimidatória contra as empresas com um forte sabor de ridículo
Paulo também lidera com a gasolina mais cara do Brasil, com o litro comercializado a 9,39 reais na cidade do Guarujá. Os preços dos combustíveis tem sido um dilema para o governo. Temer foi o único a enfrentar a greve dos caminhoneiros, que se tornou um dos maiores pesadelos que quem ocupa a cadeira do Palácio do Planalto. Para evitar algo similar, o governo Lula tentou pressionar os estados para reduzirem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), mas não obteve sucesso. Em contrapartida, o governo federal realiza fiscalizações nos postos de combustíveis para evitar preços abusivos. Em nota, a ANP disse que fiscalizou 342 agentes regulados, sendo 78 distribuidoras, nas operações de combate a abusos nos preços de combustíveis. A fiscalização foi feito em parceria com o Ministério da Justiça. Durante fiscalização nas 78 distribuidoras, a ANP lavrou 16 autos de infração por indícios de de preço abusivo. Em um dos casos, foram encontrados sinais de aumento de 277% na margem bruta do diesel. Em três casos, unidades da mesma distribuidora foram autuadas em dois estados. As empresas autuadas, e que agora são objeto de processo administrativo pela agência, são: Alesat, Ciapetro, Flagler, Ipiranga, Masut, Nexta, Phaenarete, Raízen, Royal Fic, SIM Distribuidora, Stang, TDC e Vibra.

publicada em 30 de março de 2026 às 12:00 




