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LULA FAZ NOVAS PROVOCAÇÕES A DONALD TRUMP AO DISCURSAR A FAVOR DA EXPLORAÇÃO NA MARGEM EQUATORIAL

Em novas provocações infantis e desnecessárias, o presidente Lula disse que voltou a defender a exploração de petróleo na Margem Equatorial brasileira antes que os Estados Unidos tentem assumir o controle sobre a área. A declaração foi feita nesta segunda-feira (18), durante cerimônia da Petrobrás, em Paulínia (SP).

A gente vai fazer com a maior responsabilidade do mundo, mas a gente não pode deixar [de usar] uma riqueza que está a quase 500 metros de distância da nossa margem. Daqui a pouco o Trump vem, acha que é dele e vai lá”, afirmou Lula. O petista mencionou ainda declarações recentes do presidente americano sobre possíveis interesses norte-americanos em regiões como Canadá, Groenlândia, Golfo do México e Canal do Panamá. “Quem é que [garante que] ele não vai dizer que a Margem Equatorial é dele também? Então, nós vamos ocupar”, declarou.

Lula reiterou que a exploração petrolífera na Margem Equatorial será conduzida “com a maior responsabilidade do mundo” e afirmou que os recursos obtidos poderão ser utilizados para garantir o futuro do país. “Ninguém tem mais cuidado com a Amazônia do que nós. A gente não pode deixar uma riqueza que está a quase 500 metros da nossa margem… daqui a pouco o Trump vê, acha que é dele e vai lá. Nós vamos ocupar”, disse o presidente.

Atualmente, a Petrobrás está perfurando o poço pioneiro Morpho, no bloco FZA-M-059, na costa do Amapá, dentro da Bacia da Foz do Amazonas. A Margem Equatorial corresponde a uma faixa do litoral Norte brasileiro que abrange áreas marítimas nos estados do Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. A região é considerada uma nova fronteira exploratória para o setor de petróleo e gás, com potencial ainda pouco explorado.

No mesmo discurso, Lula também citou Trump ao comentar o conflito envolvendo o Irã. Segundo o presidente brasileiro, o norte-americano seria “culpado” pela guerra. Lula afirmou ainda que o governo vem utilizando recursos da Petrobrás e do Orçamento para evitar que a alta dos combustíveis provocada pelo conflito no Oriente Médio seja repassada aos consumidores brasileiros.

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