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O PRESIDENTE GUSTAVO PETRO ESCAPA POR POUCO DE UM ATENTADO ORGANIZADO POR NARCOTRAFICANTES NA COLÔMBIA

O presidente colombiano Gustavo Petro parece estar vivendo o auge de seu inferno astral. Um dia depois de ser acusado pelo Ministério Público Federal por corrupção, ele tornou público que sofreu uma tentativa de tentativa de assassinato enquanto viajava para Córdoba. Escapou por pouco. Petro alegou que uma “nova diretoria do cartel de drogas” vem tramando para matá-lo desde que ele assumiu o cargo em agosto de 2022. O presidente colombiano afirmou que escapou por pouco enquanto viajava de helicóptero para o departamento de Córdoba, no norte do país. “Eu estava fugindo da morte”, disse Petro. As declarações de Petro surgem após meses de ameaças relatadas por grupos do crime organizado. Ele alegou que uma quadrilha de narcotraficantes nova  vem planejando assassiná-lo.

O helicóptero de Petro não conseguiu pousar em Córdoba na noite de segunda-feira devido a preocupações com um possível tiroteio. Durante uma reunião do Conselho de Ministros em Montería, ontem (10).  Petro disse: “Tenho que confessar aqui que estava fugindo para não ser morto, por isso não consegui chegar ontem à noite. Não consegui pousar onde deveria. Nem mesmo no local onde eu deveria ter pousado, eles acenderam as luzes. Navegamos em mar aberto por quatro horas  acabei onde não deveríamos ter ido… escapando da morte junto com meus filhos.”

As declarações do presidente surgem em meio a um aumento da violência em toda a Colômbia.   Faltando três meses para o fim de seu mandato, Petro está impedido por lei de concorrer à reeleição. Segundo o relatório, as ameaças envolvem narcotraficantes que vivem no exterior e guerrilheiros. Um dos nomes mencionados é o de Iván Mordisco, líder de uma importante facção de ex-guerrilheiros das FARC que rejeitou o acordo de paz de 2016 e voltou às armas. Em Córdoba, o maior grupo criminoso é o Clã do Golfo. O cartel teria encerrado as negociações de paz na semana passada, após um esforço conjunto colombiano-americano para capturar seu líder, conhecido como “Chiquito Malo”. O acordo foi firmado após conversas entre Petro e o presidente dos EUA, Donald Trump. Petro já havia denunciado uma suposta conspiração para assassiná-lo em 2024, que, segundo ele, o impediu de comparecer a um desfile militar em 20 de julho daquele ano.

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