OS DITADORES CUBANOS MIGUEL DIAZ-CANEL E RAUL CASTRO PODEM VIR PARA O BRASIL SE ACEITAREM “SAÍDA HONROSA” OFERECIDA POR DONALD TRUMP
A vida em Cuba está praticamente paralisada devido ao bloqueio de petróleo dos Estados Unidos. A ilha vive a pior crise de sua história, sem combustíveis – apenas os militares e altas autoridades do governo podem ter acesso — com as companhias aéreas cancelando voos, hotéis fechando e autoridades suspendendo contratos de trabalho, sem energia elétrica e consequentemente sem água, hospitais sem condições de atendimentos, com pouquíssima alimentação, um caos daqueles que só se vê em filmes de terror. Donald Trump está pegando o ditador Miguel Diaz-Canel pelo pescoço, estrangulando e sacudindo. O quadro real é que efetivamente a ditadura castrista vive seus dias finais. O epílogo deste filme será uma convulsão social, com o fim da ditadura comunista que prometeu uma nação livre mas, desde a posse do ditador Fidel Castro, o que foi proporcionado se traduziu apenas em mordaças, prisões, arbitrariedades e mortes.
O resultado foi igual ao que se viu na Venezuela, com a própria população, mesmo proibida, fugindo do país, arriscando a vida em transportes frágeis pelo mar até Miami. A outra alternativa é a que está sendo proposta pelo governo americano, segundo lideranças republicanas em Washington: fuga das principais autoridades da ditadura cubana para outros países ou a entrada do poder dos Estados Unidos para que a população se acalme e o país volte à normalidade. Alguma coisa irá acontecer nos próximos dias porque a situação é de tragédia anunciada.
Dentro desta perspectiva, o que se diz é que Trump e o Secretário de Estado Marco Rubio já estejam oferecendo o mesmo que foi proposto à Maduro: uma saída “honrosa”, que seria a fuga para um outro país, levando o que conseguirem. Fala-se que Miguel Diaz-Canel e Raul Castro teriam o aval do presidente Lula para virem para o Brasil. Suas famílias seriam trazidas por

O casal da corrupção peruana. Ele, condenado e preso. Ela, condenada, teve ajuda de Lula e da Força Aérea brasileira
um avião da Força Aérea Brasileira, que seria reabastecido na cidade do Panamá, antes de voltar ao Brasil. Consultados via e-mail, nem a presidência da república, o Itamaraty e a Força Aérea Brasileira se pronunciaram até agora. Se isto se confirmar, seria a segunda vez que o Brasil ajudaria com um avião militar de sua força aérea a fuga de criminosos. A primeira, foi a esposa do presidente corrupto do Peru, Ollanta Humala, condenado e preso em Lima. A mulher dele, Nadine Heredia, também condenada por corrupção, está “mergulhada” no Brasil vivendo como uma fugitiva, sob a proteção do governo Lula. Nem a imprensa consegue encontrá-la. Até hoje ela vive escondida com seu filho seu filho caçula, Samin.
Ontem (10) as companhias aéreas canadenses WestJet, Air Transat e Air Canada anunciaram a suspensão de voos para Cuba, em resposta aos alertas do país sobre a possibilidade de esgotamento das reservas de combustível de aviação devido ao bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos. As companhias informaram que interromperam o transporte de passageiros para o sul e que enviarão aviões vazios para repatriar os clientes nos próximos dias. Antes do cancelamento, as companhias aéreas canadenses tinham programado operar 605 voos este mês, com 116.000 assentos, para destinos em Cuba. A diminuição das reservas de petróleo, que impede as companhias aéreas de reabastecerem seus aviões, trouxe nova atenção à crise enfrentada pela ilha em meio à crescente pressão dos Estados Unidos.
O embaixador cubano nas Nações Unidas, Ernesto Soberón Guzmán (direita), disse que o impacto da campanha da Casa Branca está afetando cidadãos comuns em todo o
país. Ele afirmou que os problemas com o combustível, ameaçava impor tarifas rigorosas a qualquer nação que fornecesse energia a Cuba, não constituíam uma “nova medida”, visto que os EUA já haviam começado a aplicar multas a empresas de transporte marítimo e petroleiros que chegavam à ilha em rodadas anteriores de pressão. Mas ele reconheceu que a crise estava causando desafios crescentes em várias áreas, principalmente porque a escassez de combustível provoca apagões diários, deixando vastas áreas de Cuba sem energia por horas a fio. “Todos sabemos que a falta de combustível tem um impacto generalizado na sociedade, porque para os hospitais funcionarem, precisam de eletricidade. Para o sistema educacional e as escolas funcionarem; para os centros de pesquisa cubanos funcionarem e produzirem medicamentos.”
Soberón Guzmán disse ainda que o país “precisa de eletricidade para produzir alimentos. Precisamos de eletricidade para conservar alimentos. Precisamos de eletricidade para o transporte.” A questão do transporte, além de debilitar o setor turístico de Cuba, também impacta severamente a capacidade de transportar alimentos e pessoas pela maior ilha do Caribe, que se estende por cerca de mil quilômetros em seu ponto mais distante, de leste a oeste, e abriga mais de 10 milhões de pessoas. “Considerando a combinação de todos esses fatores, ninguém deveria se surpreender que, neste momento, Cuba esteja enfrentando frequentes apagões que duram várias horas por dia”, disse. “Ninguém deveria se surpreender com as dificuldades de transporte em Cuba. Ninguém deveria se surpreender com a escassez de medicamentos em Cuba. Ninguém deveria se surpreender com a deterioração da vida social.”
A situação é muito complexa. Não apenas para as autoridades cubanas que estão soando o alarme. Ao discutir a situação em Cuba, o porta-voz do Gabinete do
Secretário-Geral das Nações Unidas, Stéphane Dujarric (direita), disse à jornalistas que a ONU “continua monitorando a situação no país e está trabalhando com o governo para fornecer mais apoio, incluindo alimentos, água, saneamento e assistência médica. Estamos preocupados com a crescente escassez de combustível e seu impacto sobre as pessoas”, disse Dujarric. “Isso inclui interrupções no fornecimento de água potável, assistência médica, alimentos e outros auxílios essenciais em partes de Cuba duramente atingidas pelo furacão Melissa em outubro passado. Nossos colegas humanitários observam que também há preocupações de que a escassez de combustível possa afetar o funcionamento dos aeroportos.”
As restrições reforçadas de Trump contra Cuba são as medidas mais recentes tomadas em consonância com um embargo de décadas à ilha, desde a revolução de 1959 que levou o líder comunista Fidel Castro, sucedido por seu irmão, Raúl, à presidência em 2008 e à chefia do Partido Comunista em 2011. Atualmente, os dois principais cargos de liderança são ocupados pelo presidente e pelo primeiro-secretário do Partido Comunista, Miguel Díaz-Canel. O líder americano intensificou as restrições contra Cuba. Num dos golpes mais dramáticos sofridos por Cuba, Trump ordenou no mês passado uma operação da Força Delta dos EUA que prendeu o ditador sanguinário venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa em Caracas para enfrentar acusações de narcoterrorismo em Nova York. Sob pressão dos EUA, as exportações de petróleo da Venezuela, rica em energia e agora liderada pela vice de Maduro, a ex-vice-presidente Delcy Rodríguez, entraram em colapso, e uma ordem executiva subsequente ameaçou afastar quaisquer outros fornecedores.
Trump se refere a Cuba como uma “nação falida” e instou Havana a fechar um acordo “antes que seja tarde demais”,
indicando que as negociações bilaterais já haviam começado. Díaz-Canel negou que um diálogo tivesse sido iniciado, mas disse que estaria disposto a discutir quaisquer assuntos, desde que tais conversas ocorressem “sem pré-condições, em pé de igualdade, com respeito à nossa soberania, nossa independência e nossa autodeterminação, e sem abordar questões ofensivas e que possamos considerar interferência em nossos assuntos internos”. Em resposta, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt(direita), disse a repórteres que “Acho que, considerando que o governo cubano está à beira do colapso e o país está prestes a ruir, eles deveriam ser cautelosos em suas declarações dirigidas ao presidente dos Estados Unidos.” “O presidente está sempre disposto a dialogar, e acredito que isso está acontecendo, de fato, com o governo cubano.”
Soberón Guzmán reiterou a disposição de Cuba em dialogar sobre diversas áreas, desde que essas conversas fossem conduzidas na atmosfera citada por Díaz-Canel. Ele também contestou uma narrativa que culpa principalmente o governo cubano pelos problemas atuais do país, argumentando que os problemas decorrentes da política dos EUA chegaram ao ponto de afetar até mesmo o planejamento governamental mais amplo em questões como planejamento familiar, levando à escassez de contraceptivos e à “incapacidade de desenvolver uma política que previna, por exemplo, a gravidez na adolescência. Portanto, a situação atual, em resumo, é complexa. Não é a primeira vez que enfrentamos uma situação como esta, e é injusta. O que não está sendo objetivo é o que está acontecendo, especialmente na imprensa, que afirma que esta situação é de responsabilidade do governo, sem levar em conta todas as causas
que mencionei no início. A expressão usada é ‘o governo falido’. Apesar da complexidade da situação, que reitero, não é a primeira vez que enfrentamos algo semelhante em nossa história, a palavra ‘colapso’ não existe em nosso dicionário. A palavra ‘rendição’ também não. A palavra ‘traição’ não existe, mas as palavras ‘resistência’, ‘resiliência’, ‘inovação’ e ‘encontrar soluções para nossos problemas’ existem. ‘Paz pela força’ “Felizmente”, continuou Soberón Guzmán, “não estamos sozinhos”. Ele destacou vários casos de nações e organismos multilaterais que manifestaram sua oposição às medidas dos EUA.
REAÇÃO INTERNACIONAL NADA MUDA
Além do Gabinete do Secretário-Geral da ONU, declarações semelhantes partiram do G77, o maior grupo intergovernamental da ONU, que reúne cerca de 134 nações, bem como de Estados-membros individuais como a China e a Rússia. Respondendo a uma pergunta sobre a posição de Pequim em relação à escassez de combustível de aviação, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, disse em uma coletiva de imprensa na terça-feira que “a China apoia firmemente Cuba na defesa da soberania e segurança nacionais e na oposição à interferência externa”. “A China se opõe firmemente às ações desumanas que privam o povo cubano de seu direito à subsistência e ao desenvolvimento”, disse Lin. “A China, como sempre, fará o possível para fornecer apoio e assistência a Cuba.” O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, também abordou as ações dos EUA na América Latina em uma mensagem publicada, coincidindo com o
Dia dos Diplomatas. “Combater as práticas neocoloniais de todos os tipos, desde medidas coercitivas unilaterais até intervenções militares, continua sendo uma prioridade para nós”, disse Lavrov. “Nesse contexto, reafirmamos nossa solidariedade aos povos da Venezuela e de Cuba. Estamos convencidos de que somente eles podem determinar seu próprio futuro.”
O embaixador russo em Cuba, Viktor Koronelli, também declarou que “hoje, a situação em Cuba é extremamente difícil, tanto em termos de energia quanto de alimentos. Os Estados Unidos impuseram efetivamente um bloqueio energético a Cuba sob o pretexto absolutamente absurdo de que Cuba supostamente representa uma ameaça à segurança nacional dos EUA e, infelizmente, as consequências já são perceptíveis. Sem a ajuda de amigos, seria extremamente difícil para nossos irmãos cubanos. Não abandonaremos Cuba.” O governo Trump citou os laços de Havana com Pequim e Moscou, entre outros “países hostis, grupos terroristas transnacionais e atores malignos contrários aos Estados Unidos.”

publicada em 11 de fevereiro de 2026 às 11:00 








Você é um ditador também!
Só que burro, por isso pode escrever na imprensa.
Ditadores mermo e dos brabos… o comunismo acabou em 1989 mas tem gente que apoia até hoje, vai entender…