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POR INFLUÊNCIA AMERICANA, A VENEZUELA SUSPENDEU 19 CONTRATOS DE PARTILHA DA ERA DO DITADOR NICOLÁS MADURO

A estatal venezuelana do petróleo PDVSA  confirmou que o Ministério do Petróleo da Venezuela suspendeu 19 contratos de partilha de produção de petróleo com empresas privadas internacionais. Os contratos foram assinados ainda durante a gestão do ex-ditador sanguinário Nicolás Maduro. A suspensão desses contratos teve a pressão do governo dos Estados Unidos, que acabou ficando responsável pela administração da produção do petróleo no país, depois da captura do usurpador do poder em ação militar no dia 3 de janeiro. A PDVSA informa que apesar da suspensão, isso não se refletiu na produção de petróleo e gás do país até o momento. A gigante petrolífera estatal PDVSA está vendendo o petróleo bruto produzido, mas sob a supervisão das autoridades americanas, que deram prioridade para as empresas dos Estados Unidos que queiram investir na indústria do petróleo local. Por enquanto, apenas somente a Chevron mantém as suas bases de produção.

Caracas e Washington vão analisar outros contratos e podem recomendar a revogação de alguns deles. Os governos venezuelano e americano estão revisando as credenciais das empresas que os assinaram.  Os Estados Unidos assumiram o controle das exportações e vendas de petróleo da Venezuela. Desde então, o Departamento do Tesouro dos EUA emitiu licenças que permitem a algumas empresas comercializar o petróleo venezuelano e operar nos setores de petróleo e gás do país. A Assembleia Nacional da Venezuela aprovou, no final de janeiro, uma reforma na lei de hidrocarbonetos do país para facilitar o investimento estrangeiro na indústria petrolífera debilitada. De acordo com a lei reformada, o governo tem seis meses para revisar os contratos existentes.

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