PROVOCAÇÕES DE LULA A TRUMP REPETEM AS MESMAS AÇÕES MADURO ANTES DA PRISÃO E PREVEEM REUNIÃO DIFÍCIL NA CASA BRANCA
O encontro entre o Presidente Donald Trump e Lula ainda nem tem data certa confirmada, está previsto para o mês de março, mas vai dar o que falar. Provavelmente, nos bastidores, não será tão tranquilo como o que foi realizado na Ásia, quando os dois presidentes se encontraram formalmente pela primeira vez. Lula tem provocado e desmerecido a política de Donald Trump para a América Latina em público nos encontros que teve com o Primeiro Ministro indiano Neandra Modi, com o presidente francês Emmanuel Macron, em Nova Dheli, e hoje (23) em Seul, no encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Coreia do Sul, a convite do presidente Lee Jae Myung. Ele voltou a falar sobre a atuação do presidente Trump à frente do governo dos Estados Unidos. Ele criticou usar o comércio entre os países como arma afirmando que a forma de combater a medida é alcançando entendimentos por meio do diálogo e da negociação: “A melhor resposta à tentativa de usar o
comércio como arma é mostrar que é possível alcançar entendimentos mutuamente benéficos por meio do diálogo e da negociação. A relação entre o Brasil e a República da Coreia, dois países ligados por fortes laços humanos e vínculos empresariais, é a prova de que a confiança e a cooperação valem a pena.” A declaração ocorre em meio ao anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de uma nova tarifa global de 15%.
Na entrevista que deu antes de viajar para Seul, ele tentou mostrar que nada tinha a ver com o desfile da Acadêmicos de Niterói, mesmo tendo o governo federal tendo doado R$ 1 milhão para escola que fez uma homenagem a ele, criticou as famílias, os evangélicos e os católicos. A repercussão negativa fez Lula recuar e até a dizer, acredite, que o samba enredo era em homenagem a mãe dele e não a ele. Ele voltou a criticar a prisão do ditador sanguinário usurpador e narcotraficante venezuelano Nicolás Maduro, e defendeu a união dos países em desenvolvimento do que ele chama de Sul Global, para “mudar a lógica econômica” do mundo. O presidente brasileiro parece repetir as mesmas ações públicas de Maduro provocando o presidente americano a ir prende-lo em “Miraflores.” Lula disse que não via problemas os países realizarem negócios usando a moeda que quiserem, um ponto sensível para o presidente Donald Trump. “Nunca defendemos criar uma moeda dos BRICS. O que defendemos é fazer comércio com nossas próprias moedas, para reduzir dependências e custos. Os EUA não vão gostar no primeiro momento, mas tudo bem. Vamos debater.” Lula parece querer cutucar a onça com a vara curta: “Quero discutir qual é o papel dos EUA na América do Sul, se é de ajuda ou ameaça, como está fazendo com o Irã. O que o mundo precisa é de tranquilidade.”
Além deste tema, a certeza que o encontro com Trump não será tranquilo, vem de uma afirmação do próprio Lula: “Esses dias eu liguei para quase todos os presidentes, propondo que a gente tem que dar uma resposta ao que aconteceu na Venezuela, ao que aconteceu em Gaza, ao que aconteceu na Ucrânia. Você não pode permitir que, de forma unilateral, nenhum país — por maior que seja — possa interferir na vida de outros países.” Sobre a relação entre Brasil e Estados Unidos, Lula disse que boas parcerias podem surgir, caso, de fato, haja interesse dos EUA em combater organizações criminosas transnacionais como a do narcotráfico. Na verdade, Lula pareceu raivoso e vingativo contra o presidente e fundador da REFIT, Ricardo Magro (esquerda), que sempre teve trânsito livre entre os políticos petistas e, de repente, “caiu em desgraça”. Ele viajou para os Estados Unidos depois de ser acusado de ser sonegador de impostos por importação de combustíveis. “E se o governo dos EUA estiver disposto a combater o narcotráfico e o crime organizado, estaremos na linha de frente, inclusive reivindicando que nos enviem os criminosos brasileiros que estão lá.”
Lula defendeu que a relação com os países da América do Sul e Caribe, em especial Cuba, para onde quer enviar petróleo brasileiro para socorrer a ditadura castrista. Ele defende uma relação “sempre respeitosa, uma vez que trata-se de uma região pacífica, que quer crescer economicamente, gerar emprego e melhorar a vida de seu povo.” Em relação especialmente a Cuba, em 67 anos de poder nas mãos dos Castro, uma geração inteira não faz nem ideia do que é uma urna de votação, ter liberdade ou mesmo ver um supermercado cheio de produtos. Parece incrível, mas é a pura verdade.

publicada em 23 de fevereiro de 2026 às 12:00 





Alguém precisa dizer a esse laranjão que aqui a banda toca de maneira diferente.