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SHEARWATER E SLB INICIAM PESQUISA SÍSMICA NO AMAPÁ NA ESTEIRA DA DESCOBERTA DA PETROBRÁS NO POÇO MORPHO

Mais novidades na Margem Equatorial brasileira. A Shearwater Geoservices e a SLB lançaram uma pesquisa sísmica 3D multicliente offshore na costa do Amapá. A área do levantamento está localizada a aproximadamente 130 quilômetros do poço Morpho, no bloco FZA-M-059, na Bacia da Foz do Amazonas, onde a Petrobrás fez recentemente uma descoberta de óleo.

A descoberta de Morpho trouxe uma nova atenção para a exploração offshore no Amapá”, afirmou Andrea Lovatini, vice-presidente de Exploration Data and Geosolutions da SLB. Segundo ele, o levantamento Amapá 3D fornecerá uma visão mais clara do subsolo, ajudando as empresas a avaliar o potencial exploratório da região e a tomar decisões de investimento mais fundamentadas.

A Shearwater, por sua vez, diz que o projeto pretende ampliar o conhecimento geológico e aprimorar a avaliação de prospectos em toda a área pesquisada. De acordo com a companhia norueguesa, o levantamento representa um de seus investimentos mais relevantes em pesquisas multiclientes e ampliará a cobertura de dados sísmicos 3D de alta qualidade em uma área ainda pouco explorada da bacia.

Os dados de banda larga e alta densidade serão adquiridos com a tecnologia sísmica marítima Isometrix, da Shearwater, a bordo do navio Amazon Warrior. A SLB será responsável pelo processamento e imageamento dos dados, utilizando fluxos de trabalho avançados, incluindo a inversão elástica de forma de onda completa (FWI). As informações coletadas deverão apoiar futuras atividades de exploração e oportunidades de licenciamento na Margem Equatorial brasileira.

Combinando a tecnologia de aquisição Isometrix, a experiência operacional e o histórico da Shearwater em ambientes marinhos complexos com os avançados fluxos de trabalho de imageamento da SLB, estamos criando um conjunto de dados regional de alta qualidade que terá um papel importante no apoio à exploração e às futuras atividades de licenciamento na Margem Equatorial brasileira”, afirmou Irene Waage Basili, CEO da Shearwater.

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