YINSON FECHA ACORDO PARA AMPLIAR CAPACIDADE DE EXPORTAÇÃO DE GÁS DE FPSO QUE OPERA EM GANA
Diante da queda das pressões dos reservatórios e da necessidade de reforçar a segurança energética regional, a malaia Yinson e a italiana Eni decidiram avançar com um importante projeto de modificação do topside para ampliar a capacidade de exportação de gás do FPSO John Agyekum Kufuor (JAK), que opera offshore de Gana.
O acordo permitirá estender por quatro anos o período de afretamento do FPSO JAK, até 2036. Somada à extensão de quatro anos do contrato, a operação elevará o backlog firme da subsidiária Yinson Production em aproximadamente US$ 600 milhões.
O principal objetivo do projeto de modificação é instalar um sistema de compressão para compensar a esperada redução das pressões dos reservatórios e aumentar a capacidade de exportação de gás da unidade de aproximadamente 210 milhões a 220 milhões de pés cúbicos padrão por dia (scf/d) para 355 milhões de scf/d. A previsão é que o projeto seja concluído no primeiro trimestre de 2028.
Os trabalhos incluirão a fabricação e integração de dois módulos principais de topside destinados a ampliar a capacidade de processamento de gás do FPSO JAK. O módulo MG2 será equipado com dois compressores acionados por turbinas a gás, enquanto o módulo MC4 funcionará como uma unidade auxiliar de tratamento de gás, projetada para processar volumes maiores.
“A assinatura deste aditivo contratual para o Projeto de Modificação NAG no FPSO John Agyekum Kufuor representa um marco em nossa parceria com a Eni, nossos parceiros de joint venture e no setor energético de Gana”, afirmou o CEO da Yinson Production, Flemming Guiducci Grønnegaard. “Ao aumentar a capacidade de exportação de gás, estamos fortalecendo uma infraestrutura energética offshore confiável, apoiando as necessidades domésticas de energia de Gana e contribuindo para prolongar a vida econômica do campo”, acrescentou.
O FPSO JAK é propriedade de uma joint venture liderada pela Yinson Production, que detém uma participação de controle de 74%. Os 26% restantes pertencem a um consórcio japonês formado por Sumitomo Corporation, Kawasaki Kisen Kaisha (K Line), JGC Holdings Corporation e Development Bank of Japan (DBJ). O FPSO opera no bloco Offshore Cape Three Points (OCTP), em Gana, onde processa petróleo e gás não associado dos campos Sankofa Gye Nyame.

publicada em 5 de outubro de 2026 às 17:00 




